Encontro de confraternização

Estava na casa de meu amigo quando ele recebeu uma ligação o convidando para uma festa de confraternização numa chácara e aceitou de pronto, sempre gostamos muito de festas, mas, avisou àquela que estava ligando que estava comigo hospedado em sua casa, e se poderia me levar e como uma boa anfitriã que era, o autorizou a levar-me. Como ele sabia que deveriam ir algumas amigas da moça que nos convidou, ligou para uma delas e já citou- nome de sua irmã para ir conosco.

Anoiteceu, nos arrumamos e partimos para a casa das duas irmãs, mas não sem antes ele me avisar que queria ficar com a mais nova e se eu quisesse, poderia arriscar com a mais velha – ele sempre soube que gosto de mulheres maduras, e na realidade ela tinha apenas 33 anos. Chegando perto da casa, me fez um alerta, de que Regina era casada, mas seu marido estava viajando.

Sem maiores problemas, paramos na frente da casa, e já fui logo para o banco de trás enquanto ele tocava a campainha, e em seguida saíram as duas para a calçada, me levantei para cumprimentá-las e ele já pediu que a irmã mais nova, Maria, fosse sentada na frente com ele, e com a porta traseira entreaberta, acompanhei Regina a entrar no carro.

Durante a festa encontrei várias pessoas conhecidas e as duas irmãs também foram se entrosar com as pessoas conhecidas, participar do amigo-secreto, e em seguida para o baile, neste momento, Regina passou pela mesa e me chamou para ir dançar com ela, e na realidade, melhor seria ter me convidado para segurá-la, porque já estava bem alterada, havia bebido um pouco além do necessário. Depois de um tempo, consegui convencê-la a sentar-se conosco em volta de uma mesa e ficou extremamente sonolenta. Meu amigo percebendo a situação, foi conversar com sua amiga e ao ver a amiga de ambos naquela situação pediu para que nós a levássemos para casa, e assim o fizemos.

Fomos embora direto e no caminho ela se recostou em meu colo com a cabeça em minha perna começou a cochilar, mas não sem antes colocar uma de suas mãos entre minhas pernas e sobre meu pau que começava a despertar com aquele carinho leve.

Assim que chegamos, Maria, a irmã mais nova se despediu dos três e foi para dentro de casa deixando meu amigo sem companhia, e quando fui me despedir de Regina, ela pediu que eu ficasse com ela, e quando eu comentei que talvez fosse melhor ela descansar, fui duramente desmentido, e me disse que ela não tinha nenhum problema que um bom banho não pudesse resolver, principalmente se depois dormisse em meus braços. Perguntei se o marido dela não viria pra casa, e ela deu risada, e confirmou que somente depois de uns 20 dias. Meu amigo se despediu de nós, e entrei com ela.

Uma casa confortável, e ela segurando em minha mão, me levou para o seu quarto, aliás, sua suíte. Se virou de costas pra mim, e pediu para que eu soltasse o zíper de seu vestido porque precisava de um banho, deixou cair o mesmo por seu corpo ficando somente de tanga e sutiã, e andou até o guarda-roupa para pegar uma toalha pra mim. Me entregou, e pediu que eu fosse tomar meu banho antes dela, me ajudando a tirar a camisa,  sapato e calça. Na hora de tirar a cueca, me deu um beijo, um tapa no bumbum, e me empurrou para o banheiro, porque eu já sabia tirar a cueca sozinho… aceitei a provocação e fui tomar meu banho.

Ao terminar, me sequei e embrulhei-me na toalha, peguei a cueca que estava em cima de um balcão, e ao sair encontrei-a deitada de costas, dormindo. Comecei a mordiscar seu pescoço, percorrer seu corpo com as mãos enquanto a chamava, e nada resolvia seu estado de desfalecimento. Resolvi puxar o lençol por cima de seu corpo já que o ar condicionado estava ligado, e estiquei meu braço esquerdo em sua direção e puxei-a para perto de mim. Dormimos agarradinhos… aliás, eu dormi, porque ela continuava desmaiada em plena duas da madrugada.

Ao clarear o dia o sol começou a entrar pela janela do banheiro e eu despertei, e enquanto procurava uma melhor posição, ela despertou e me viu ao seu lado. Me deu um bom dia, e perguntou sobre as horas, e quando eu disse que já eram 8hs, me disse que precisava tomar um banho logo após ela ter-me perguntado se tínhamos feito algo naquela noite, e partiu em direção ao banheiro.

Após uns 10 minutos, saiu envolta na toalha, levantou o edredon e deixou seu corpo cair na cama, mas não sem antes, deixar a toalha por sobre uma banqueta ao lado da cabeceira da cama. Pediu que eu a esquentasse, porque estava com muito frio, e realmente a temperatura fora do edredon não estava das mais agradáveis para se estar com pouca roupa, e abracei-a com muito carinho, e ela me recompensou com um longo beijo. Sabia beija bem. Aos poucos não pude controlar mais minha excitação, porque sentia sua mão acariciando meu pau, e assim que percebeu que já estava bem ereto e levemente molhado me pediu para tomar aquela babinha que estava saindo dele, e lógico que eu consenti.

Desceu por sobre o edredon, e começou a mamar ele muito gostoso, parando somente duas vezes, para tomar fôlego e afastar o edredon, e outra para pedir que eu não gozasse em sua boca, e com minha afirmativa, continuou mamando gostoso até levantar-se para perguntar se eu tinha preservativos, e correr até minhas roupas para buscá-los. Quando voltou pra cama, apressou-se em colocá-lo pessoalmente, e veio por cima de mim, cavalgando muito gostoso. E como montava gostoso, dando estocadas fortes a cada sentada, e gemia muito, mesmo percebendo que já tinha movimento pela sala com um barulho de televisão, mas me assegurou que era apenas sua irmã assistindo tv, e que nada faria com que ela parasse aquilo que estávamos fazendo. Seu grau de excitação já era alto, e eu podia sentir sua bucetinha ensopada, e escorrendo muito de seu néctar, que já descia por meu membro e minhas pernas, e logo em seguida começou a gozar gostoso, gemendo muito, ela sabia ser intensa na cama. Assim que ela se recompôs, me perguntou se eu já tinha gozado, e com minha negativa, quis saber qual era a posição que eu mais gostava, resolvi provocá-la dizendo que era com a mulher de quatro, penetrando no rabinho dela, e com um sorriso malicioso, disse que iria atender meu pedido e desejo, embora não fosse a genia da lâmpada.

Levantou-se e colocou-se na posição enquanto eu também me levantava, e trocava o preservativo, e antes de colocar no seu rabinho, me pediu que eu aproveitasse para dar muitos tapas na sua bunda, porque ela amava ficar assim durante o anal. Não tive dúvidas em me deliciar naquele rabinho, gostoso, quentinho, que estava me esperando, e a cada estocada nele, aproveitava para bater em sua bunda que estava escancarada pra mim, quadril moreno, largo e vendo ela debruçada sobre os dois travesseiros, ora gemendo, ora mordendo-os.

Depois de alguns minutos, avisei que estava quase gozando, e ela começou a gemer mais forte e alto pedindo para que eu fizesse logo aquilo que eu tanto queria. Não resisti aos seus pedidos, e inundei seu rabo gostoso de porra e ela soltou um grito muito gostoso e alto naquele quarto…

Mal pudemos relaxar, e na porta de seu quarto pudemos ouvir algumas batidas, e Regina apressou-se em me ajudar a remover o meu preservativo e pedir que eu me deitasse, enquanto ela pedia que sua irmã aguardasse um momento, enquanto ia até o banheiro, jogou o preservativo no cesto e foi abrir a porta para atender sua irmã.

Ela entrou em seguida e quando me viu, pediu desculpas porque não sabia que eu estava lá, e saiu. Minha safada começou a sorrir, e correndo para debaixo do edredon, sorriu muito porque pela primeira vez sua irmã tinha visto ela com alguém que não fosse o seu marido. Após longos beijos e carinhos, me convidou para tomarmos um banho e me pediu que ligasse ao meu amigo ir buscar-me para evitar muitas perguntas assim que saíssemos do quarto.

Banho tomado, e já vestidos, meu amigo retornou minha ligação avisando que já estava próximo da casa, e que eu já poderia sair. Fui para fora do quarto, e embora a tv estivesse ligada, não vi sua irmã por lá e resolvi não esperar para despedir-me.

Sai da casa e ainda na porta, deu-me um beijo bem gostoso, não antes de certificar-se de que não havia algum vizinho acordado passando pela rua, já que muitos sabiam com quem ela era casada.

Fui embora e não voltei mais pra lá desde então… Valeu a confraternização!

Tratado não é caro

Angélica era uma poeta que vivia na cidade em que morei por 8 anos, e numa noite que estava com um casal de amigos num barzinho, e ela apareceu naquele bar oferecendo um exemplar de seu livro de poemas para os clientes durante a noite, algo comum na região.

Como sou muito brincalhão, logo resolvi tirar uma com ela, e dizer que somente poderia comprar se ela ficasse do meu lado me explicando, e ganhei um sorriso doce, e uma negativa, é claro. Já passava da meia-noite, e ela continuava rodando pelas mesas, e num retorno à mesa ela resolveu me perguntar se eu não tinha mudado de ideia sobre a compra do livro, e eu afirmei que continuava aguardando ela parar de vender e sentar-se conosco à mesa, ela sorriu e se afastou. Meus amigos davam muita risada, afinal, já estávamos há mais de 4 horas tomando uma cervejinha  e conversando pra relaxar naquela noite quente.

Quando era perto de duas da madrugada, eles comentaram se eu ficaria por lá ainda, ou se iríamos todos embora, afinal, eu tinha ido de carona com eles e isso significava eu ter que me virar para retornar pra casa mais tarde, e confirmei que eles poderiam ir porque eu insistiria com a Angélica. Eles acataram minha decisão e se levantaram despedindo-se.

Ao perceber que eu estava sozinho à mesa, ela se aproximou e perguntou onde eles tinham ido, e confirmei que voltado pra casa, e ao me perguntar sobre o motivo de eu não ter ido com eles, afirmei que tinha resolvido esperar ela vender seus livros para me dar atenção, ao que ela sorriu e pediu licença para sentar-se.

Finalmente começamos a conversar mais à vontade, e ela me confidenciou que era casada e que não se sentia bem sentando naquele barzinho com um homem porque haviam muitas pessoas que a conheciam, afinal, a cidade não tinha muito mais de 200 mil habitantes, e resolvi arriscar convidá-la para ir embora comigo pra casa já que assim não teríamos tantos olhares sobre nós, e para minha surpresa ela aceitou, mas, não sem antes dizer que não aconteceria nada além de uma boa conversa.

Pedi a conta e me dirigi para a portaria, enquanto ela foi buscar sua mochila com os livros, e pediu que eu a esperasse lá fora longe dos olhos das outras pessoas, e eu sugeri no ponto de táxi já que estava sem carro.

Logo depois, vejo-a surgir e ela pediu para que entrarmos logo no primeiro que estava disponível na parada, e assim que entramos, consegui segurar sua mão no banco traseiro do carro,  e pedi para que ele se dirigisse ao meu endereço. Chegando lá, paguei a corrida e subimos para minha quitinete, e finalmente pude dar mais que um simples flerte com ela, abraçando-a e beijando seus lábios carnudos e roçar seu corpo cheio de curvas.

De fato, a situação não se parecia com uma boa conversa que havíamos combinado no bar, porque nossos corpos já começavam a se procurar, e os desejos também, até que as mãos passaram a procurar deliciosamente outros afazeres, além do que as bocas, estavam ocupadas demais para simplesmente falarmos.

Fomos cada um tirando as peças de roupas do outro, até que nada mais houvesse sobre nossos corpos, e foi quando ela começou a esticar seus braços para alcançar sua bolsa, e ao ser questionada, disse que era para pegar a embalagem de camisinhas que tinha escondida dentro da mesma. Ajudei-a na tarefa e ela correu a rasgar e colocar sobre meu pau, pedindo para penetrá-la logo que não estava mais aguentando de tesão.

Este calor e fogo foi aumentando até o momento em que ela começou a me pedir pra bater em seu rosto, e como sempre fui taxado de romântico, após estranhar o pedido começo a dar tapinhas leves atendendo ao seu pedido, e não se dando por satisfeita, começou a gemer e pedir para que eu batesse direito, com força… parei e olhei em seus olhos e questionei se ela estava falando sério, pois, não costumo fazer isso, e aliás, nunca bati com força numa mulher, no máximo alguns tapinhas no bumbum, mas jamais no rosto.

E ela me respondeu que era o modo que mais gostava de sexo, apanhando, e avisei que havíamos entrado num impasse, afinal, realmente não sabia fazer isso com força, e também, eu não iria arriscar a dar uma surra numa mulher por mais bonita que fosse embora estivesse me pedindo, mas que eu havia conhecido, logo imaginei ela saindo de minha casa e indo até uma delegacia dando parte de mim por maltratá-la e violentá-la, sei lá o que se passa na cabeça das pessoas!

Diante da negativa, ela perguntou se eu gostava de fazer anal, e eu afirmei, então ela pediu que eu assim agisse, mas que fizesse com força, e assim fui feito, com direito aos tapas que gosto de dar no bumbum enquanto penetro por trás enquanto a mulher está de quatro.

Modéstia à parte, brincamos bem gostoso por algumas horas até nos cansarmos gostoso, e ela dormiu agarradinha comigo. Na manhã seguinte ela acordou, me deu um beijo e pediu para ir fazer amor bem rapidinho porque precisaria ir embora pra casa, pois, já se passavam das 9 horas da manhã, e após ligar para uma amiga comentou que precisaria dizer ao marido que tinha ficado na casa desta amiga em que costumava ficar, para que ele não brigasse pela demora em regressar pra casa.

Banho tomado, tomou um café preto comigo, recusou-se a passar o número de seu celular e antes de sair, voltou-se em minha direção, e me fez lembrar que devia à ela os R$ 10,00 referente ao livro de poemas que havia deixado em cima da tv… tratado não é caro!

A encontrei outras vezes no mesmo barzinho, mas nunca mais consegui sair com ela novamente.

A insistência dá certo…

Marina é uma mulher morena, 35 anos, bonita, maranhense, fogosa e casada com um homem mal humorado e ranzinza.

De tanto sua irmã comentar que ela deveria aproveitar pra conversar com outras pessoas, conhecer outras mentalidades, resolveu atender a curiosidade que já sentia despertar e decidiu se cadastrar no Badoo.

Eu resolvi procurar alguém pra conversar e me cadastrei novamente neste site, e a foto da morena me encantou. Tentei por diversas vezes bater-papo com ela, mas, nossos horários não batiam direto, e já estava pensando em desistir quando chegou uma mensagem retornando meus contatos. Começamos a conversar e percebi que ela era um pouco fechada, mas, continuei insistindo e como o mensageiro do site não ajudava muito, e sempre a tratei direitinho, resolveu me passar seu msn.

Desde o primeiro chat ao vivo, percebi se tratar de uma bela morena, teclava de um pc no seu quarto de casal, e tínhamos sempre uma hora ao menos de tempo para podermos conversar, e conforme ela foi sentindo mais confiança, seu sorriso lindo começou a ficar mais evidente, e as conversas foram ficando mais picantes. No segundo dia, depois dela se levantar, consegui ver melhor seu lindo corpo, magro e com belas curvas de bumbum e busto, e não resisti a comentar. Ela agradeceu, e disse que não se sentia bela, e ressaltei os contornos dela, e para provar que era magrinha, levantou a camiseta deixando à mostra a barriguinha e parte de seu sutiã. Pirei… pedi para ver mais de seu corpo mas recusou, porém, a conversa foi ficando bem mais animada.

Após algumas semanas e brincadeiras na webcam, consegui convencê-la a se encontrar comigo, marcamos o final da manhã para encontra-la na área externa de um Shopping, e a peguei após um pequeno atraso no ponto de ônibus combinado.

Após entrar, um leve cumprimento, e arranquei de lá por causa da quantidade de pessoas por perto, e no caminho de quase um quilômetro até um motel, consegui roubar-lhe um beijo e alguns carinhos nos seios que estavam enrijecidos, e coxas quentes, muito quentes.

Entramos no quarto, e após um longo beijo e troca de carinhos, pedi para tomar um banho, já que ao contrário dela que vinha de casa, eu estava vindo de um cliente, após um longo trajeto.

Pela parede envidraçada, pude ir contemplando seu lindo corpo ficando nu, e quando saí do box e me dirigi até a cama enrolado na toalha, meu membro já a desejava demais. Ela somente de tanga, ficou de quatro, e  com muito jeito, conhecimento e propriedade, levou a palma da mão até meu saco e acariciando e levantando-o, e abocanhou meu pau num delicioso boquete.

Como mamava gostoso, e erguendo o rosto abriu os olhos e numa breve pausa, agradeceu o sabor da babinha que saía dele. Após alguns minutos recebendo aquele delicioso oral, pedi para me deitar e experimentar seu caldinho, e quase sem parar de mamar, ficou de quatro por cima de mim gozando duas vezes em minha boca, e pedindo minha porra em sua boca, o que acabei obedecendo por motivos óbvios.

Depois de inicialmente saciados, nos abraçamos longamente e trocamos longos beijos e carinhos, até ela montar novamente em cima de mim, e cavalgar muito, se contorcer em gozos intermináveis, e pedir que eu gozasse depois de ter certeza que eu estava gostando de transar com ela.

Após um momento de pausa, ela confessou que seu marido embora transasse muito, não a satisfazia, gozava em seguida e muitas vezes até sem penetrar, de tanta insegurança. Já fazia mais de 10 anos que não conseguia gozar direito e achou estranho que eu conseguisse segurar o tesão para gozar depois de saciar minha companheira.

Como sabia que eu tinha uma tara por rabinho, antes de irmos embora, já que estávamos há quase 4 horas transando, me ofereceu da maneira mais gostosa… estava conversando com ela de conchinha, e depois de algumas mordidinhas nas orelhas e nuca, foi empinando o bumbum e deixando meu pau penetrar seu cuzinho apertado. Gemendo muito de tesão, gozou duas vezes novamente antes de pararmos e me confessou que no rabinho nunca tinha sentido tesão, apenas havia deixado o marido foder algumas poucas vezes porque ele desejava, mas, que por gozar muito rápido também, penetrava rápido demais, e como machucava resolveu parar com isso.

Após mais vários beijos, carícias e abraços, pediu para me chupar mais um pouco antes do banho, onde percebeu o tanto que estava vermelha de tanto roçar em minha barba, passou um creme para minimizar a situação e fomos embora. Deixei-a no mesmo shopping, e nos falamos mais tarde pelo msn, antes do marido chegar.

Como nossas taras são superiores a dois anos, terei que colocar muito mais coisas por aqui em breve…

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Que bela caixa de bombons

Lili é uma mulher bonita, esguia, corpo bem definido, 35 anos… e casada! Conheci-a no Badoo e percebi que não queria nada além de um bom papo, então, que seja assim nosso relacionamento. Gosto muito de conversar e sempre gostei de conversar pela web. Vai que rola.. rs!

Com o passar dos dias, a conversa foi ficando mais reservada e acabei virando aquele com quem ela poderia se confidenciar. Como seu marido chegava após as 19hs, estipulamos que sempre poderíamos teclar até as 18h30 e se possível, pela manhã enquanto seus filhos estavam em aula. Deixamos isso acertado, e ela me pediu permissão para chamar-me no período da tarde, caso ela pudesse ficar sozinha caso as crianças não estivessem por perto.

Foi me deixando à par de suas tristezas, sobre seu marido ser muito ausente, conversar pouco, atenção somente para os filhos e quando não estava cansado, contudo, sempre o elogiava pelo fato de deixá-la com um bom padrão de vida, carro, viagens que nem sempre ele poderia ir, mas, um bom provedor da casa. Aos poucos foi deixando claro que também pensou em alguns momentos que talvez ele pudesse ter outra pessoa em vista, e concordei de cara principalmente porque ela me afirmou que ele não usava celular embora trabalhe na área de TI, quando perguntei se ele não tinha comportamentos estranhos no telefone.

As conversas foram aumentando na frequência, que era a cada dois dias e já não pelo site, e sim pelo skype, assim ficava muito mais fácil e reservado. A qualidade na confiança também aumentou e já comentava sobre assuntos mais íntimos, como seus dois relacionamentos anteriores, e principalmente sobre o primeiro homem de sua vida, que vez por outra ligava querendo fazer um bis, mas, ela não se empolgava por medo, embora tivesse vontade de cometer as loucuras de outrora.

Em relação a minha pessoa, ela também descobriu que eu tinha o mesmo fogo que ela, e que ao contrário dela, tinha vontade de ter um outro relacionamento mais fogoso e começou a fazer muitas perguntas sobre isso.

Numa quarta feira próxima do carnaval, fui surpreendido pela sua notícia que se ausentaria por duas semanas nas férias com o marido, que ele conseguiu às pressas e marcou um cruzeiro pelo nordeste, e com isso, ficaríamos quase 3 semanas sem conversar. Chegou a aventar a possibilidade de nos encontrarmos no aeroporto e nos conhecermos, ela daria um jeito de dar uma fugidinha de perto da família porque queria muito me conhecer pessoalmente. Achei uma verdadeira loucura, e com a programação da empresa de viagens consegui convencê-la de que não daria certo.

Foi viajar, mas antes de embarcar me ligou, já que havia pego meu número de celular antes de parar a conversa no dia anterior. Fiquei surpreso e contente, ela realmente estava gostando das nossas conversas. Durante a viagem, perdemos contato, mas, assim que voltou me mandou uma das fotos que havia tirado no deck do navio, gatíssima num biquini sensual e provocante, foto esta tirada pelo marido que ficou bravo por ter usado o mesmo, e de castigo, deixou-o sem sexo durante a viagem… achei o máximo da parte dela.

Como já estávamos chegando perto da páscoa, ela perguntou o que eu daria de presente, caixa de bombons ou um ovo, e comentei que achava mais interessante a caixa e de pronto ela afirmou que se eu desse a caixa ganharia a oportunidade de conhecê-la pessoalmente, o que ela ainda desconversava após minha “oportunidade” no aeroporto. Trato feito.

Dias antes durante uma de nossas conversas, avisei-a que já estava com a caixa em minhas mãos, e ela pediu para mostrar pra ela pela webcam, e de pronto fui buscar a sacola, e de dentro da mesma mostrei para ela que havia uma caixa embrulhada em papel de presente, o que a deixou exultante. Infelizmente o marido precisou voltar mais cedo para casa e acabamos parando nossa conversa mais cedo naquela tarde, o que me deixou chateado já que ela estava mais soltinha do que qualquer dia anterior.

Na manhã seguinte e pouco depois das 9hs, eu recebo uma ligação dela, me perguntando como fazia para chegar em minha casa, e se de fato ela poderia vir buscar seus bombons, e surpreso, confirmei à ela o endereço e ao me dizer onde estava, dei as dicas de como chegar até aqui. Após uns 15 minutos toca a campainha e lá estava ela do lado de fora, sorriso aberto, jeitinho de menina, sorriso maroto nos lábios. Convidei-a para entrar, e após fechar a porta me virei e ela estava de braços abertos me pedindo um abraço e foi prontamente atendida, não só com ele mas também com um longo beijo.

Após a recepção calorosa, chamei-a a sentar-se no sofá e trocamos um longo olhar sorridente junto com outro beijo, agora sentados, e com alguns avanços em relação a carícias. Ambos estavam sedentos de carinhos e afagos, e não houveram refugos em qualquer iniciativa de toques, e enquanto a beijava deliciosamente, a mão direita que se ocupava em carinhos no rosto, orelhas e nuca, começou a percorrer outros partes de seu corpo, ainda por cima da roupa, mas já percebendo seus mamilos durinhos, a respiração ofegante, e tremores em sua barriga a cada alisada. Ela também começou a descer sua mão esquerda que estava mais comedida em meu rosto, e após desabotoar o botão mais alto, passou a percorrer meu peito antes de descer até minha calça como que procurando por algo mais quente.

Como a excitação estava aumentando muito, comecei a abrir sua camisa e sem encontrar resistência alguma, abri também seu sutiã somente com a mão direita, enquanto a esquerda não soltava por nada no mundo a sua nuca. Após uma sequência de carícias iniciais, não resisti e me ofereci para mamar seus seios durinhos e cheios de tesão, ao que ela consentiu com uma fala baixa e tremula. Em seguida, como a respiração dela estava muito ofegante eu dei uma pausa, e me ofereci para buscar sua caixa de bombons mas pedi para que ela não fechasse sua blusa, senão eu iria chorar, e ela sorrindo como menina à espera do pote de doces, consentiu!

Voltei com a caixa de bombons, e ela me avisou com seu lindo sorriso maroto de que sua blusa ainda estava do jeito que eu havia solicitado, e dei-lhe outro beijo gostoso, enquanto entregava a sacola. Dei uma pausa para que ela conferisse o presente, e agradeceu com outro longo beijo e neste momento me avisou que não poderia se demorar muito, porque após o meio dia teria que ir buscar os filhos na escola, e indaguei até que horas poderia me dar colinho, e olhando para o relógio, afirmou que por quase uma hora somente nesta primeira vez. Com uma carinha de choro, e logo acariciada por mim, convidei-a a conhecer a casa, levantei-me e estendi os braços para que se levantasse também, e seguimos pelo corredor, mostrei os ambientes e por último e não por acaso, mostrei-lhe meu quarto, e logo após ela comentar que estava cansada de tanto andar pela casa, que nem é tão grande assim, me sentei na beirada da cama e me ofereci para deixá-la descansar em meu colo, e sorrindo, me disse que estava com jeito de eu estar com más intenções, logo desmentido por mim e com um lindo sorriso dela consentindo em deitar-se “só um pouquinho”, dito por ela.

Retornamos os beijos e carícias, e fui logo retirando sua roupa já que não teríamos muito tempo nesta primeira vez, e fui descobrindo todo o calor que ela emanava, perfume doce, e grutinha toda babadinha. Ao perceber o grau de excitação em sua xaninha, me ofereci para secá-la com minha língua, e vermelhinha de vergonha, consentiu, e passou a gemer gostoso e quase uivar a cada passada que desferia por sobre seu clitóris, e após seu pedido para parar antes que ela gozasse, levantei a mão e movimentei o dedo sinalizando que não pararia, e ai sim, comecei a ouvir seus gemidos intensificarem até chegar ao clímax. Tremula, me pediu um abraço e disse que havia sido um dos melhores gozos que já havia tido, e me beijou muito forte por longo período, e perguntou se eu gostava de ser acariciado com a boca, e ao afirmar, me ofereci para um 69, e ela pediu para não fazer, porque senão ela poderia gozar novamente em minha boca, e eu pedi para que fizesse, e novamente sorrindo, se levantou de meus braços e se movimentou para engolir meu pau, avisando apenas que não gostava de beber, e que iria tirar a boca assim que percebesse meu gozo, e consenti.

Não teve muito tempo para me chupar, porque ela que já estava muito excitada, gozou mais duas vezes em minha boca e tremendo, arqueou-se um pouco sobre mim e quase suplicou para que eu a penetrasse. Consenti.

Levantei o corpo para pegar um pacote de preservativos, e ela se ofereceu para colocar, e em seguida tratou de encaixar meu pau em sua xoxotinha ainda úmida e quente demais após tanto gozar, e desferiu uma descida forte em seu quadril para agasalhar meu pau com sua xoxota deliciosa.

Consegui fazê-la gozar mais duas vezes e em seguida perguntei se agora poderia gozar, o que ela consentiu de pronto. Deixou meu pau dentro dela por alguns minutos enquanto me beijava, e em seguida pediu para que eu verificasse as horas em meu relógio que estava em cima do criado mudo, e assim que informei, nos demos conta que já estávamos a quase uma hora em cima daquela cama. Me pediu para ir com ela até o banheiro e ajudá-la num banho rápido.

Aceitei a missão, e durante o banho, ela pediu que não jogasse água em sua xoxotinha, porque queria ir para a sua casa com aquela sensação de ter sido de outro homem, durante momentos maravilhosos naquele dia, e poder tomar banho somente de noite antes de deitar, já que seu marido normalmente não a procurava de noite e para que estivesse sem vestígios na manhã, caso fosse procurada por ele. Consenti e nos banhamos bem gostoso. Ajudei-a a se arrumar, e trocamos mais um longo beijo, e ficou com um lindo sorriso ao me avisar que na próxima vez queria sentir meu pau em seu rabinho, já que eu gostava tanto, e ela me recompensaria pelos momentos maravilhosos vividos naquela manhã.

Entreguei sua sacola com os bombons, e me despedi, sentindo o sabor de bombom existente em seu corpo delicioso, durante uma boa parte daquela tarde.

Mais momentos serão vivenciados…

Melhor seria se fosse com uma prostituta

Pensem numa mulher vagabunda, mas imaginem uma vagabunda e não na cama, e sim de atitudes. Bem, esta é a Anna.

A conheci como várias outras em sites de relacionamento, e vivia reclamando do marido que a deixava sem sexo e não ajudava direito nas contas de casa, e sempre alegando muitas contas para pagar, o que a deixava nervosa demais.

Numa noite, resolvi convidá-la para sair, e até que era vistosa, mulata alta com quase 1,75m de altura e com um belo corpo apesar de seus quase 45 anos. Chamando tanto a atenção e resmungando tanto, porque não oferecer colo à ela?

E não precisei de muito esforço para que aceitasse, marcamos num shopping da zona leste de São Paulo para nos encontrarmos e de lá sairmos para um motel, o que já antecipamos bem antes para não haver perda de tempo. Ao chegar por lá, me deu um chá de canseira de quase duas horas e quando chegou já não teríamos mais tempo de fazer nada já que o trânsito havia piorado muito na região, e acabaríamos ficando parados na rua, e eu não ia sair apenas para conversar no trânsito. Tomamos um café expresso com pão de queijo e fomos cada um para seu canto. Fiquei “P” da vida, mas, como a gente não ganha sempre, não havia outra opção.

Durante a noite, ela apareceu no msn e começou a reclamar novamente, e como eu não estava com esta paciência toda, resolvi ir dormir, me despedi e desconectei.

Na semana seguinte, me ligou chamando para sairmos novamente, e queria  muito passar uma tarde junto comigo. Marquei para a semana seguinte e cumprimos nosso acordo e desta vez num outro shopping na mesma região. Na data e horário combinados eu já estava por lá, e ela desta vez não se demorou muito, uns 15 minutos o que foi bem suportado por mim.

Deixou o carro dela por lá e seguimos no meu para um motel bem perto. Ao chegar lá fomos tomar um banho e não hesitou em iniciar suas preliminares enquanto nos despíamos, começando a tirar minha camisa, e minha calça, passando a alisar meu membro ainda de cueca e ao lado da cama. Aos poucos fui procurando soltar seu vestido, pois, queria conhecer aquele corpo enorme e vistoso que muito chamava a atenção pela webcam em várias ocasiões. Assim que consegui fazê-lo cair, apareceu um corpo realmente de belas formas, mas também, com várias marcas de cirurgias feitas recentemente por ela, e embora não tivesse afirmado nas conversas na internet, ela tinha sim aquele corpo por tê-lo esculpido, em bumbum, barriga, e seios que apareceu mais alguns minutos depois quando retirei o seu sutiã.

Bem, como gosto muito de seios, não me contive em colocá-los nos lábios e começar a sugá-los em movimentos circulares com a língua por sobre os mamilos, enquanto variava um pouco as atitudes com sua boca. Passado pouco tempo, eu já a estava massageando na buceta e sentindo seu mel escorrer, e foi quando ela começou a se levantar para irmos fazer o que estávamos acertando antes, que era o banho, e aceitei. Pediu para ir primeiro e embora eu goste de fazer isso junto para poder começar a brincar, atendi o pedido e quando ela saiu, fui tomar meu banho.

Quando sai, ela estava ao telefone e pelo teor da conversa era com o marido, brigando… alguns minutos se passaram e ao desligar começou a chorar, e eu comecei a ver nossa saída ir por terra, mas com certa habilidade, consegui reverter. Depois de um pouco de conversa e preciosos minutos, consegui fazê-la relaxar e dei início às preliminares novamente, e aos poucos ela foi cedendo aos momentos de tensão, consegui remover sua toalha que envolvia seu corpo realmente grande, mais alguns minutos se passaram e ao fazer massagens em seu clitóris, percebi algumas marcas que também eram cicatrizes que estavam perto de sua buceta, e ela pediu um certo carinho e cuidado nas carícias. Assim foi feito. Os seios foi um caso à parte, porque embora eu goste muito de provar, não me causou uma boa impressão as duas grandes cicatrizes na parte inferior deles, em forma de T, e se o volume e prazer ao chupar eram intensos, em alguns momentos ficar com os olhos abertos era um pouco brochante.

Após perguntar qual era sua posição favorita, coloquei-a de quatro, e finalmente conseguimos realizar uma boa transa e como não reclamou muito acabei indo aumentando a velocidade e intensidade na penetração, e com certeza ansiava por conseguir provar seu rabão, que deveria ser bem gostoso e ao mesmo tempo não precisaria ficar com aquela impressão de funilaria em andamento pelas cicatrizes relativamente recentes… passei vontade em relação ao seu rabo, mas, consegui me saciar com sua buceta grande e bem babada, fazendo-a gozar por três vezes até novamente pararmos para que atendesse outra ligação, desta vez de seus filhos.

Como o tempo não estava nos ajudando muito, resolvi me levantar e ir tomar meu banho já que depois de duas ligações o relógio demonstrava estar galopando de tão rápido que corria.

Quando estava terminando de tomar meu banho, ela surgiu abrindo a porta e pedindo desculpas, e se oferecendo para me mamar, o que com certeza eu não recusaria, e embora ela me pedisse para não gozar em sua boca porque não gostava do gosto de porra, quase que não consigo cumprir minha palavra já que ela fez direitinho. Ao final da mamada, e com o rosto um tanto quanto lambuzado, ela com uma cara de safada me confessou que gostava de fazer o homem ficando excitado enquanto mamava, e após um beijo entrou na banheira para também se lavar, e recusou minhas carícias no rabinho como já tinha feito anteriormente.

Depois de nos arrumarmos, saímos de lá em direção ao shopping e a deixei no estacionamento, bem próximo da vaga em que havia deixado sua SUV, e voltei pra casa bem mais aliviado e já querendo marcar outra caso tivesse outra oportunidade.

Depois de quase um mês, marcamos novamente e pouco antes de ir me encontrar com ela, resolvi mandar uma mensagem para tirar a dúvida se realmente iria poder e ela desconversou. Após mais uma semana me ligou, e mandou mensagens pedindo R$ 150,00 emprestado para pagar sua conta de energia e como me prometeu devolver em uma semana, acabei emprestando e depositei em sua conta que ficava no mesmo banco que o meu. De noite me agradeceu e na semana seguinte me confirmou que estava depositando o valor, me deixando despreocupado.

No dia seguinte ao combinado para o depósito percebi que não havia entrado, e também descobri que não atendia mais minhas ligações. Por diversas vezes tentei fazer contato, principalmente quando via que gostava de postar em seu facebook sobre as compras de roupas que tinha feito, para exibir às suas amigas. Resolvi relaxar e considerar o valor como uma perda no que se refere ao empréstimo, deixando um apontamento na minha agenda, como sendo um valor que paguei para uma prostituta e assim não passar nervoso quando relembrasse.

Embora a transa tenha sido relativamente boa, considero que se fosse com uma mulher da profissão teria sido melhor, mas, a gente não consegue acertar sempre e até porque nunca gostei de pagar para sair com alguém, neste caso é melhor não ficar alimentando maus sentimentos.

Que venham as próximas, e que não sejam mulheres que se tem de pagar… rs

Apenas um cafezinho em segredo.

Era 2002, eu tinha quase 40 anos e eu conheci Laís, uma moça bonita e bem mais nova do que eu sempre gostei, em torno de 25 anos, morena clara, secretária na mesma empresa, porém, num outro prédio e apesar da distância eu mantinha contato pela necessidade de informação que eu trocava com o chefe dela.

Numa tarde naquele verão, eu fui chamado para ir até lá para ajustar umas especificações de projeto que seu chefe estava finalizando para cotar, e queria minha presença para que eu passasse mais dados de minhas necessidades,  mas ao chegar, fui recepcionado por ela que me informou que o mesmo ainda não havia chegado do almoço, embora já fossem 14hs e me pediu para esperar, abrindo um lindo sorriso e perguntando se eu queria uma água ou café, e perguntei à ela que seria muito desaforo ela me servir os dois. Sorrindo, me disse que não, ao estranhar a pergunta e cair na gargalhada. Pronto, quebrei o gelo.

Ficamos de papo por mais de meia hora até que seu chefe chegasse, e enquanto isso não acontecia, fomos falando de muitas coisas, e em determinado momento me perguntou se eu era casado porque não estava vendo aliança em meus dedos, e se costumava sair depois do expediente porque nunca havia me visto quando saia com seus amigos, e respondi que era divorciado e morava sozinho naquela cidade, e confirmei que realmente embora saísse muito também não tinha visto ela embora a cidade não fosse grande. Depois de minha resposta, ela comentou que eu parecia ser uma pessoa legal, e que era uma pena nunca termos nos encontrado, e que talvez um dia tivesse a sorte de dar boas risadas comigo em algum lugar da cidade. Senti um calafrio, e resolvi comentar, que era apenas questão de marcar, e em seguida, me pediu segredo, pois, não queria que ninguém de lá soubesse desta nossa intenção, e que me ligaria quando eu menos esperasse.

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Comecei a sorrir, e confirmei que seria nosso segredo, quando em seguida seu chefe entrou na sala, me cumprimentou, perguntou à ela se tinha algum recado e em seguida me convidou a entrar na sala dele, ao que me levantei e segui pra lá. Depois de entrar ele fechou a porta e comentou que ela era muito solta pra conversar e eu respondi que foi para mim melhor conversar com ela do que ficar lá parado enquanto o aguardava, pois, poderia me dar sono depois do almoço. Ele deu uma franzida no rosto, meio que entendendo a cutucada e fomos tratar do necessário.

Depois de uma hora aproximadamente, me despedi dele que abriu a porta para minha saída, e ao passar pela recepção me despedi dela também e fui embora.

Pouco antes do final da tarde meu telefone tocou, e era ela ao telefone perguntando se ele havia perguntado algo pra mim sobre nossa conversa, e apenas respondi que tinha dado um toque de leve nele e não perguntou mais nada, e caindo na gargalhada, me disse que ele foi perguntar pra ela depois de minha saída o motivo de nossas gargalhadas, e tinha respondido a mesma coisa, que tinha aproveitado pra conversar comigo e entreter minha espera já que ele não chegava, e ele saiu esbravejando. Rimos muito em seguida, e comentei que precisávamos comemorar a dura no cidadão, e me disse que em breve iria aceitar o convite, mas que eu deveria continuar guardando segredo já que lá todos ficavam de olho nela, principalmente ele. O cara era muito chato e já conhecido das pessoas da área, e se achava o supra sumo, e diziam ser também um metido a garanhão e que por algumas vezes tinha passado uns maus bocados quando sua esposa ligava à sua procura e não o encontrava. Para complicar a situação, e cair na gargalhada pública, o cara era zarolho, e corria muita piada sobre sua mania de dar cantadas em menininhas.

Na semana seguinte recebi outra ligação dela, me dizendo que havia me visto numa quadra perto daquela em que morava, e confirmando que era lá que ficava minha casa, me disse que isso era legal e quem sabe um dia eu não faria um café pra ela, se é que eu soubesse fazer, assim retribuiria o que ela me forneceu, e dando risada pela comparação, respondi no mesmo instante que então já poderia ser naquele mesmo dia e que ela poderia se surpreender com a qualidade do café, e me confirmou que iria sim, mas, somente depois das 20hs porque tinha algumas coisa pra fazer. Concordei e passei o endereço, já que preferia ir até lá sozinha do que eu ir buscá-la. Deixamos combinado, e voltei a trabalhar.

Quando sai do trabalho, fui direto pra casa dar uma geral no recinto, e deixar mais apresentável para a visita, e no horário combinado ela chegou. Eu morava numa quitinete bem organizada modéstia à parte, e assim que entrou, já foi reparando a ordem que encontrou, e após agradecer, cumprimentei-a com dois beijinhos e um abraço gostoso, convidando-a para sentar-se. Assim que sentou-se, me perguntou se já estava pronto o café, já que não estava sentindo o aroma dele, e confirmei que ainda não, nem ousaria prepará-lo sem sua presença para confirmar que eu mesmo o faria, e abrindo um lindo sorriso, apressou-se a dizer que havia gostado de minha resposta, e que eu merecia um abraço, ao que prontamente abri os braços para recebê-lo. Não demorei para conseguir um beijo em seguida, e outro, e outro mais longo enquanto percebia sua respiração mudando para um estado de calmaria para excitação durante os carinhos que se tornaram mais ousados, e sou obrigado a assumir, que eu já estava tendo dificuldades em não pressionar seu corpo contra o meu, e minhas mãos já não me obedeciam, percorrendo suas costas lisinhas numa blusa bem solta, e ao perceber que estava sem sutiã, procurei acariciá-los e quase tive sucesso, apesar de poder sentir brevemente seus mamilos bem durinhos, combinando com todo o seio, delicioso.

Me pediu um tempo, estava com calor, e queria ir ao banheiro, indiquei o local enquanto fui buscar um copo de água na geladeira. Ao regressar, estava com o copo na mão, e ela abriu um novo sorriso agradecendo, e comentando que estava envergonhada por ter ido lá, e lógico que eu procurei tirar seu mal estar, e ela confidenciou que não sabe porque havia se encantado em nossas conversas, e que isso não era algo usual dela, para que eu não pensasse mal, mas que ela sabia que isso não era algo usual para uma moça comprometida. Estranhei, meus olhos procuraram suas mãos, e ao não encontrar aliança perguntei qual era o nível de compromisso, e confessei que não sabia deste pequeno grande detalhe até ela me contar, e sorrindo, disse que não tinha problema e que havia percebido pela minha surpresa. De fato, ela era muito agradável e agora eu poderia dizer que era gostosa, porque já tinha começado a senti-la e gostado. E cá pra nós, ela tinha uns trejeitos bem sensuais. Me respondeu que estava namorando sério tinha quase 6 meses e que poucas pessoas sabiam, não gostava que ficassem se metendo na vida dela.

Procurei disfarçar, e perguntei se então queria que eu me concentrasse no café, e com seu sorriso fácil, balançou a cabeça concordando e esticou a mão dizendo que me levaria até a cozinha. Aceitei. Poucos passos nos separaram dela, e ao me abaixar pra pegar o pote de café no armário embaixo da pia percebi sua aproximação, e assim que levantei me pediu outro beijo, e a atendi no mesmo momento. Agora estava mais solta e invasiva, sua língua estava mais ambiciosa, sua mão procurava minha nuca, e a minha já percorria-lhe o corpo por inteiro, e sua respiração aumentou muito. Assim que comecei a puxá-la para o quarto, ela me interrompeu na caminhada e sentou-se em cima do armário abrindo as pernas e me puxando de encontro ao seu corpinho, e me rendi ao seu chamado, beijando seu pescoço e voltando a acariciar seus seios percebi que ela já não respirava com ofegação, e sim, começava a gemer, e avisei que eu a desejava por inteiro, e com um sorriso safado nos lábios, me respondeu que era o que queria naquele momento. Tirei sua blusa e comecei a lamber e mamar seus seios, durinhos de tesão, e ao mesmo tempo comecei a desabotoar sua calça… caralho, como tinha botões naquela bendita calça, e todos apertados, que sufoco! Tirei ela de cima do armário, e no colo, caminhei com ela até a cama onde terminei minha tarefa e deixei que ela começasse a tirar minha roupa enquanto eu pegava os preservativos na gaveta da cabeceira, e ela com primazia, pediu para colocar no meu pau, mas não sem antes mamá-lo com uma força tremenda, parecia que estava sem transar já há algum tempo. Puxei-a para mais perto de mim, e encaminhei sua cintura para perto de minha cabeça, e me deliciei num oral maravilhoso, sorvendo todo o seu néctar que já escorria naquela bucetinha quase toda lisinha, deixando apenas um “bigodinho” leve na parte superior, levando-a ao gozo logo em seguida. Ela estava excitadíssima.

Logo após seu gozo, virou-se na direção de meus lábios dando um longo beijo, e foi colocar a camisinha no meu pênis, passou por cima de mim, e com rapidez colocou ele dentro de sua xoxotinha encharcada novamente, e passou a subir e descer numa velocidade enorme, com grandes estocadas, como se fosse a última vez que nos encontraríamos. Depois de alguns minutos neste frenesi, gozou novamente e desta vez junto comigo. Um longo beijo completou nosso gozo, e sorriu muito na sequência, perguntando as horas. Já estava lá há quase uma hora e meia, arregalou os olhos e pediu para tomar um banho rápido porque já estava atrasada novamente em ir pra casa, porque o namorado tinha ficado de passar lá após as 23hs quando saísse da faculdade, e não queria estar fora e tão pouco desarrumada e com gosto de sexo nos lábios em sua chegada. Concordei dando eu uma longa risada desta feita.

Fomos juntos ao banheiro nos ajudamos mutuamente nesta tarefa, e em seguida fiquei observando ela se arrumar, atendendo ao seu pedido, pelado na cama. Me deu um beijo, e pediu que eu abrisse a porta para que pudesse sair, e fez questão de dizer que não queria que eu fosse levá-la, para não haver problemas pra ela e não sem antes me garantir que me ligaria quando lá chegasse para que eu não ficasse preocupado, afinal já eram quase 22hs e la iria sozinha caminhando pelas ruas. Me deu um beijo e saiu.

Dez minutos depois me ligou no celular, e avisou que já estava em casa. Fui deitar, e dormi gostoso enquanto via a televisão lembrando de nossos momentos.

Na manhã seguinte, me ligou bem cedo, antes do chefe chegar, e disse que queria bis, se eu não me incomodasse com o fato dela ter um compromisso, e agradeci nossa noite ao mesmo tempo que pedi para ela avisar quando seria a próxima. Marcamos para a semana seguinte, mas contarei numa próxima vez.

Minha amiga dos recursos humanos – 2

Já havia comentado sobre minha amiga Eliza (nome fictício), e que havíamos marcado de nos encontrar novamente depois de uma semana, mas por problemas de datas, acabamos demorando pouco mais de 10 dias para sairmos novamente.

Novamente fui buscá-la próximo da empresa, e desta vez, fomos direto para o mesmo motel já que ela tinha achado bem aconchegante e distante de onde qualquer pessoa que conhecesse pudesse passar, e desta vez teríamos mais tempo para brincarmos juntos embora eu tivesse que levá-la no mesmo horário pra casa, já que em nosso primeiro encontro acabamos indo para um parque antes, conversar apenas.

Chegando lá, ela novamente me deu um beijo longo, e foi tomar um banho e do chuveiro, saiu toda radiante de alegria e tesão.

Deitou-se ao meu lado, e me deu um longo beijo e abraço, e comentou que sempre tinha tido vontade de ter vários gozos em sequência, e normalmente seus parceiros gozavam junto com ela, o que ela também gostava, mas que tinha ficado surpresa com minha capacidade de segurar o meu gozo, enquanto ela havia gozado mais de uma vez. Felizmente acabei percebendo este diferencial, e minha atual namorada, a Marina que já vou citar nos contos, também reconhece ser um momento gostoso demais e único.

Como recompensa, pediu para me fazer um boquete e queria ver eu gozando enquanto ela chupava, e logo de cara recebeu minha negativa, porque nunca tinha conseguido isso, embora minha ex-mulher tivesse tentado algumas vezes, mas que ela poderia tentar se quisesse. Realmente não conseguiu me levar ao gozo, mas, fez um belo boquete, e quando percebeu que não conseguiria realizar sua vontade, me deu um longo beijo e procurei deixá-la tranquila de que não era por falta de habilidade e sim por alguma dificuldade que eu tinha em fazer jorrar meu gozo durante o oral, embora gostasse muito. Pedi para que ela continuasse enquanto fizéssemos um 69 se ela quisesse, e ela aceitou a tarefa porque sentiu credibilidade no meu comentário.

E não demorou muito para arrancar-lhe o melzinho novamente, como da primeira vez. Sua bucetinha estava encharcada e deliciosa lambi bastante enquanto dava mordidinhas nos lábios de sua vagina, gordinhos, deliciosos, tesos. Ela gemia gostoso quando eu mordiscava e pedia para mordê-los mais forte, o que eu não pude deixar de cumprir afinal, me sentia um amante obediente.

Consegui fazê-la gozar novamente duas vezes antes de penetrar sua grutinha, e desta vez me pediu para ir por cima dela, queria sentir meu corpo sobre o seu, e depois de morder sua batatinha da perna joguei suas pernas para cima e meti bem gostoso no modo franguinho assado, pernas dela próximas ao rosto e bucetinha escancarada esperando pra receber meu pau bem gostoso.

Não demorou muito para meu pau entrar nela, estava muito babadinha, quase que sugando meu pau, e não precisei fazer muita força pra arrancar seu gozo e tão pouco seus gemidos. Ela tinha muito prazer em gozar gritando, a deixava alucinada neste comportamento. Gozou mais duas vezes, na primeira com penetrações mais leves, porém, com muito beijo. Na segunda vez procurei ser mais bruto atendendo ao seu pedido e dava-lhe estocadas bem fortes em sua bucetinha, bem vermelhinha apesar de sua pele morena mascarar bem o estado em que se encontrava. Pedi permissão e gozei logo em seguida, enchendo a camisinha de leite, e ela pediu que eu retirasse a camisinha e derramasse minha porra em cima de seus seios fartos, apesar do corpo magro.

Enquanto descansávamos, aproveitamos para conversar e queria tirar a dúvida sobre seu relacionamento, afinal já tinha mais de 5 anos que estava com o mesmo cara, e há pouco mais de dois anos noiva dele, e me disse que embora gostasse muito dele, e sentisse muito tesão, tinha gostado da ideia de ter um amante e aproveitar bem sua vida antes do casamento, que já estava marcado para daqui 6 meses, e não gostaria de parar de se encontrar comigo porque estava sentindo uma química muito gostosa, eu conseguia fazer ela gozar muitas vezes, o que meu amigo com quem ela saía não conseguia, e também por eu ser bem carinhoso ao transar. Levantamos logo em seguida, e fomos tomar nosso banho antes de levá-la pra casa, porque com certeza o noivo iria passar por lá no final daquela noite. Saímos e ao deixá-la trocamos um longo beijo, e ela precisou retocar seu batom antes de sair de meu carro e ir pro ponto de ônibus e marcamos de nos falar no dia seguinte.

Lógico que eu gostei do comentário dela, e como estava sem ninguém naquele momento, senti que era uma boa chance de ter alguém para transar pelo menos até ela se casar.

No dia seguinte, liguei no final da tarde como sempre fiz, e uma voz de homem atendeu o seu telefone na empresa, e começou a tirar satisfação sobre quem eu era, e respondi se tratar de um amigo e disse meu nome.

Logo em seguida, ele me disse que ela não queria falar mais comigo, e que não gostaria que eu voltasse a ligar pra ela, senão ele iria tomar outras atitudes em relação a minha pessoa.

Fiquei na minha e desliguei. Depois de alguns dias, ela me ligou e disse que ele viu quando eu a deixei na praça pra pegar seu ônibus, e levou-a de volta pra casa, não sem antes fazer um monte de perguntas e que como ela não esperava aquela situação, hesitou em algumas respostas, e acabou gerando um mal estar entre eles. Pediu que realmente eu não voltasse a ligar pra ela, e que se ela tivesse outra oportunidade me retornaria o contato. Nunca mais houve, e entendi que nosso caso chegava ao fim… Não se pode forçar uma barra, e não seria eu a forçar isso. Perdi o contato e nunca mais nos vimos. Valeu pelos momentos vividos em 1996.

Uma enfermeira fogosa

Betinha é uma enfermeira morena e casada, em torno de 40 anos, decepcionada com a instituição do casamento, e que mantém o marido dentro de casa por ele não ter como se sustentar. Já fazia mais de um ano que ele se transformou num estorvo dentro de casa, e não via mais motivos e nem tinha tesão em transar com ele que estava desempregado e reclamando de tudo. Resolveu se cadastrar no site Badoo em 2011, e por lá me encontrou alguns meses antes de eu encontrar minha namorada atual, a Marina.

Conversa vai, conversa vem, e marcamos para teclarmos pelo skype que era mais fácil dela acessar do que o site do Badoo, que tinha bloqueios no trabalho, e em casa nem sempre tinha o marido distante o suficiente para uma conversa mais gostosa.

Nos encontramos conectados numa noite e depois de uma boa conversa marcamos de nos encontrar na zona norte de São Paulo, próximo de sua casa, onde conseguiria chegar depois das 14hs voltando do trabalho naquela quinta-feira. Cheguei no horário combinado, e a vi sentada num banco próximo ao ponto de ônibus, me aguardando. Liguei pra ela avisando que estava na outra ponta da praça, e ao me avistar, levantou-se e caminhou até meu carro. Sugeri um motel numa rodovia próxima, e para lá seguimos depois de um curto beijo no rosto, já que estávamos num lugar público e o filme dos vidros do carro nem eram tão escuros assim.

Após entrarmos no motel, seguimos para a vaga, e ao fechar o toldo, ela saiu do carro em direção à porta do quarto, pude apreciar seu bumbum e embora não fosse vistoso naquele uniforme, pareceu-me que poderia me surpreender mais soltinho. Tranquei a porta do quarto, e dei-lhe um curto beijo, enquanto colocava minhas coisas na mesa, e ligava o ar condicionado do quarto. Sempre que fui a um motel, procurei tirar minha blusa para evitar algum problema como manchas de batom que pudesse me complicar ao voltar pra casa, e não fiz diferente desta vez.

Ao tirar a camisa, ai sim abracei-a com mais vigor, e fui direcionando seu corpo até a cama, enquanto ia soltando seu blazer e demais peças do uniforme do hospital em que trabalhava. Coloquei seu blazer numa cadeira e passei a massagear seus seios fartos, que estavam a pronunciar mamilos grandes e cheios de tesão, e passei a desabotoar os botões da camisa, enquanto percebia sua respiração mudar para um estado mais ofegante. Assim que comecei a abaixar sua calça, perguntei se tinha algum problema, e surpresa, me disse que não e quis saber o motivo da pergunta. Respondi que estava sentindo sua respiração diferente, e sua calcinha molhada, disse que estava com um vazamento gostoso escorrendo nos meus dedos, e sorrindo me disse que não era pra menos, já estava há quase 6 meses sem transar, e tinha fantasiado bastante aquele momento nos últimos 15 dias em que estivemos conversando.

Terminei de remover sua calça, ela retirou a minha também e meu calçado e meias, e nos deitamos. Passei a mamar vigorosamente seus seios tesos e grandes, e a cada passada de língua ela gemia ardentemente o que somente aumentava meu tesão e o dela também.

Como ela já sabia que eu tinha alguma dificuldade em gozar durante o oral, foi por ele que ela iniciou nossa brincadeira, disse que queria ser a responsável pela minha iniciação… não conseguiu, se bem que tentou bastante. Em seguida deitou-se de costas e pediu para que a penetrasse bem fundo, não estava aguentando mais de tesão em ser penetrada, e não pensei duas vezes. Me ajudou a colocar a camisinha e me puxou para cima dela, que já estava com sua buceta muito ensopada. E não demorou muito em gozar gostoso, gritando muito, era uma de suas especialidades gemer e gritar, e fazia isso com muita propriedade. Depois de foder bem gostoso sua bucetinha encharcada, demos uma pausa e perguntei se o que havíamos comentado antes de sair ela realmente tinha tesão, me referindo ao seu rabinho. Ela afirmou que sim, mas que queria que eu colocasse bem devagarinho porque ela já estava sem fazer há algum tempo, e embora estivesse gostando muito de meu pau, tinha achado ele grosso demais e tinha medo que eu a machucasse. Trocamos alguns beijos, e em seguida pedi para ela colocar uma nova camisinha porque eu queria experimentar seu rabinho, e com um sorriso safado no rosto, não hesitou em auxiliar-me, tão pouco em arrebitar sua bunda e novamente lembrar que era para ir bem devagarinho.

Dei uma mordidinha em sua bunda e passei um pouco de gel que ela tinha trazido, e passei a massagear seu rabinho com a cabeça de meu pau, e para quem tinha algum receio, tinha também uma boa dose de tesão porque abriu seu cuzinho bem gostoso pra me receber. E depois dele dentro, retomou sua fase de gritos e gemidos, era muito safada naquela posição, e não demorou pra me pedir que desse tapas em sua bunda, o que com certeza eu fiz com gosto já que pela sua pele ser morena não ficava nada aparente as marcas após cada tapa, muito pelo contrário, minha mão que estava ficando vermelha de tanto ela pedir.

Ela gozou gostoso, e depois de uma pausa fomos tomar nosso banho e em seguida me pediu para foder novamente seu rabinho, o que foi prontamente atendido, eu estava gostando dos gritos e gemidos que ela pronunciava e não ia perder aquela oportunidade.

Depois do segundo gozo no seu rabinho, o horário começou a ficar mais adiantado, ela olhou as horas em seu relógio e perguntou se eu ficaria muito chateado em irmos embora, e com minha concordância, me deu um beijo gostoso, e pediu para marcarmos novamente na semana seguinte, porque estava gostando de voltar a ativa. Fomos tomar nosso banho e levei ela embora até um local mais próximo de sua casa, onde ainda pegaria um ônibus a tempo de fazer o jantar dos filhos e marido.

Outra hora comento sobre nossa segunda e última saída…

Minha amiga dos recursos humanos

Havíamos trabalhado juntos, eu e Eliza no final dos anos 80, e apesar de ter tentado sair com ela na época, nunca havia conseguido, ela era solteira embora namorasse sério há certo tempo, e muito lisa nas conversas, sempre escorregando na hora que o papo ficava mais quente. Depois de alguns anos descobri quase sem querer num bate papo com um amigo, que além do noivo, na época em que trabalhamos juntos ela já saía com meu melhor amigo no período, talvez tenha sido este o motivo de sua desconversa na hora de fazer algo diferente.

Depois de pouco mais de 05 anos, eu já havia me separado e a encontrei meio por acaso e marcamos de nos encontrarmos para conversar, eu não estava muito bem após a separação. Ela continuava bonita, agora com pouco mais de 25 anos, morena escura, cabelos negros e lisos, traços de índia, corpo magro em contraponto ao seu bumbum empinado.

No dia em que marcamos, fiquei de pegá-la nas imediações da empresa em que trabalhava, na realidade, no segundo ponto de ônibus após o local, para que não houvessem comentários com o pessoal, já que ela saía no mesmo horário em que eram dispensados os funcionários da fábrica e seu noivo na época era médico do trabalho no mesmo local. Para isso, marcamos numa quinta-feira, dia em que o noivo dava plantão numa cidade do outro lado da capital paulista, e não costumava ligar durante a noite pra ela, horário em que ele prestava serviços numa montadora de automóveis.

Parei o carro logo após um ônibus passar pelo ponto após ficar esperando o ponto esvaziar estacionando num posto de gasolina, abri a porta e ela entrou em seguida. Perguntei o local onde ficaria melhor para conversarmos, e ela disse que não conhecia muito a cidade onde trabalhava, indo somente para o trabalho e de lá para casa. Como sugestão, ela comentou que se era pra conversarmos somente, poderia ser numa praça que não fosse tão movimentada, e e pelo menos segura.

Fui em direção a um parque, e parando junto das calçadas, em 45º, por lá ficamos conversando sobre meu relacionamento que estava acabando, e depois de uns 15 minutos, meio de súbito ela me abraçou e pediu que disfarçasse beijando-a, porque tinha um amigo de seu noivo passando na calçada e se aproximando muito do carro. Pedido atendido, mas, aos poucos começamos a nos beijar de fato, e o calor começou a subir demais, demorando um pouco além do necessário de pararmos. Ela me pediu desculpas, e claro que eu não tinha o que desculpar, afinal ela estava fazendo um favor de me ouvir, e ao mesmo tempo tinha sido muito gostoso.

Ela sugeriu sairmos de lá, porque estava muito arriscado, e perguntei se queria que eu a levasse pra casa, ou irmos a um local mais reservado, e a segunda opção foi a escolhida. Escolha feita, escolha cumprida.

Nos dirigimos a uma rodovia, entramos no motel, e após sair do carro e baixar o toldo na garagem do quarto, ela se aproximou para subirmos as escadas enquanto eu trancava o carro. Antes de andarmos em direção às escadas, iniciamos um longo beijo, com muito fogo e calor gerado pelos toques que se prolongaram durante alguns minutos, creio, e resolvi parar com a bulinação lá embaixo, e irmos logo para o quarto, o que ela concordou.

Após entrarmos no quarto, ela me deu outro longo beijo e pediu para aguardar enquanto iria tomar um banho já que eu tinha ido me encontrar com ela saindo de casa, e ela havia acabado de sair do trabalho. Quando saiu do chuveiro, veio envolta na toalha, e com um lindo sorriso, perguntou se ela não estava melhor daquela maneira, mais fresquinha, e fui obrigado a confirmar.

Me abraçou bem gostoso, e eu que já estava há quase dois meses sem transar, não demorei quase nada a ficar excitado novamente, e ao perceber a única coisa que ela conseguiu pronunciar, foi que iria me “deixar mais relaxado para aliviar a tensão que estava passando nos últimos dias”. Em seguida reclinou-se sobre meu corpo, e retirou minha cueca com os dentes, antes de fazer um boquete delicioso e que de fato me fez relaxar.

Como eu sabia que ela não poderia ficar muito tempo por lá, procuramos agilizar um pouco nosso momento, e ela atendeu meu pedido de fazer um 69, que eu adoro por sinal, e pude provar sua bucetinha já desejada há mais de 05 anos, toda cheia de mel e tesão, não hesitando em mamá-la e sugar tudo que tinha de caldo pra me oferecer.

Após seu gozo em minha boca, apesar de morena, conseguiu transparecer seu rosto vermelho e pediu desculpas por não conseguir segurar seu gozo, mas que não tinha conseguido manter-se atenta o suficiente enquanto eu mamava sua bucetinha que não era peladinha, e sim, desenhadinha parecendo um bigodinho de hitler, mas que estava deliciosa.

Claro que não reclamei e afirmei pra ela que eu na realidade até gostava de segurar meu gozo o tempo que conseguisse, enquanto fazia minha parceira gozar o tanto que conseguisse. Ela gostou da resposta e pediu para transar por cima de mim, porque já estava muito excitada, e queria sentir meu pau em sua buceta, e ao consentir, se levantou bem rápido e pegou a embalagem para retirar um preservativo e fez questão de colocar com a boca.

Depois de cumprida esta tarefa, partiu pra cima de mim, e sua bucetinha abocanhou meu pau, fodendo com força enquanto me beijava, e pedindo pra que eu não falasse nada, apenas gozasse bem gostoso dentro dela, porque era o que mais queria naquele momento, sentir o calor de outro macho gozando dentro dela. Cumpri a missão, porque ela estocava bem gostoso, e meu tesão estava nas alturas, e ela seguiu me beijando bem gostoso para que eu relaxasse.

Nesta feita, conseguimos foder esta única vez, e tivemos que nos arrumar, para que ela não se atrasasse muito em chegar em casa, antes que seu noivo resolvesse aparecer por lá, e em seguida tomamos um banho bem gostoso juntos, enquanto ela me chupava no box, e em seguida nos arrumamos rapidinho, e marcamos um próximo encontro para continuarmos nossa conversa gostosa.

Em breve continuo descrevendo como foi o nosso último encontro…

Professora arretada

Eu tinha chegado naquela cidade havia pouco tempo, menos de três meses, e estava morando num hotel simples para minha comodidade e incerteza de permanecer por lá muito tempo, e assim teria café da manhã completo além de estar próximo de meu trabalho. Como eu, também haviam pelo menos meia dúzia de pessoas que faziam o mesmo pelos mesmos motivos, ou pela sazonalidade de suas vindas ao local, como era o caso de alguns vendedores que quando passavam por lá geralmente ficavam ao menos uma semana, e sempre por lá se hospedavam.

Depois de alguns dias, eis que chega uma morena alta e bem bronzeada, bonita, em torno de 30 anos, seios médios empinados num vestido bem leve e solto, além de um belo bumbum redondo e aparência gostosa. Após sua entrada procurei logo ir até a recepção para saber de quem se tratava, e mais alguma informação que o gerente soubesse.

Me contou se tratar de uma professora que tinha vindo trabalhar no estado e ficaria por lá até conseguir uma casa para mudar, enquanto seu noivo não vinha também. Com base nisso, ele sorriu e me aconselhou manter distância e eu pensei com meus botões, maior que a distância do noivo? Sorri e voltei para a minha cadeira na recepção onde estava antes.

No dia seguinte, uma segunda-feira, ao descer para o café da manhã a morena já estava lá, passei por ela, cumprimentei e ela respondeu cumprimentando-me. Quebrei o gelo. Ao sair do restaurante do hotel, ela me olhou e despediu-se. Sorri.

Nos próximos dias da semana nos encontramos em alguns deles, e na sexta-feira chegamos juntos ao restaurante, ela que estava num quarto no térreo deparou comigo quando eu descia a escada do andar superior onde era meu quarto, nos cumprimentamos, e arrisquei perguntar se também iria tomar seu café, ao que ela confirmou. Ao entrarmos, fomos nos servindo, e quando ela seguiu para uma mesa livre, me convidou para acompanhá-la, ao que agradeci e a segui, sendo acompanhado pelo olhar de alguns colegas de hotel com os quais me sentava em alguns dias.

Conversamos um pouco, e podemos nos aproximar nas curiosidades, já que eu tinha pouco tempo antes de sair para o trabalho. Ela me pediu uma indicação para o almoço e que fosse mais em conta, e comentei que ia num restaurante bem próximo, e ela meio sem jeito, disse que iria ver se animava em ir sozinha, e me ofereci para ir com ela já que nossos horários eram parecidos, e ela sorriu aceitando.

No horário marcado, cheguei ao hotel e a encontrei já na recepção me aguardando, e seguimos ao restaurante. Ao voltar, como ainda tínhamos praticamente uma hora de tempo antes do horário de trabalho da tarde, 14hs, ela me disse que não tinha nada para fazer, e se eu não queria ficar lá embaixo conversando com ela, à menos que eu fosse dar uma cochilada, rotina normal do pessoal da cidade, ao que eu aceitei de pronto por não ter este costume, e logicamente, querer me aproximar mais dela.

Subi para escovar os dentes, e ao descer a porta do quarto dela estava entreaberta, avisei que já estava de volta, e ela saiu com um vestido bem leve novamente, mais ainda do que o de sua chegada no domingo, elogiei pelo quanto estava bonita e com um sorriso maroto, ela agradeceu dizendo que eu estava é mal intencionado, e gargalhamos… ela havia aproveitado para tomar uma ducha rápida, e estava com os cabelos molhados, começou a penteá-los, e não me contive em reparar seus mamilos bem insinuantes, provavelmente pelo banho recente, e que ficavam mais ousados pelo vestido ligeiramente molhado pelos pingos que caíam de seus cabelos, enquanto se penteava.

Ela notou que eu olhava em direção fixa, e me perguntou qual o motivo de eu estar olhando tão fixamente como se estivesse hipnotizado, e acabei confessando, estar olhando para seu busto, por seus seios estarem tão bicudinhos, e ser algo que me chamava muito a atenção numa mulher. Consegui vê-la corada e sem graça, disse que não esperava minha sinceridade em confessar este tipo de situação… pedi desculpas, e ela demonstrou ficar constrangida.

Um silêncio reinou entre nós, e sugeri se não era melhor eu ir embora, já que pelo jeito ela não teria gostado de minha ousadia. Ela pediu que eu ficasse, apenas a deixei sem ação… me confessou que antes de vir de viagem, não tinha conseguido se encontrar com seu noivo que viajava muito, e que já estava fora por quase um mês, o que a teria deixado muito triste pela falta de atitude dele. Disse que ela não costumava ser tão ousada, embora já tivessem dito que ela tinha jeito de ser, e seu noivo também não era porque sabia de sua maneira mais séria de ser, e por isso se espantou com minha fala tão “natural” no comentário.

Como eu já tinha quase 40 anos na época, confessei que já tinha perdido boa parte de minha vergonha sobre diversas coisas nesta vida, e que não gostava de falsa moral, aquilo que acha bonito realmente falava, e que ela me desculpasse se isso a ofendia. Ela pediu para que não ir embora e que com certeza isso era um jeito diferente do seu usual,  mas que ela respeitava, apenas, tinha que se acostumar…

Sugeriu um abraço para encerrar o mal estar, e aceitei de pronto, indo ao encontro de seus braços que já estavam entreabertos a espera de mim. Ao abraçá-la, senti o calor de seus seios, muito durinhos por sinal, e de pronto deu uma vontade de sugá-los, mas, não poderia pisar na bola naquela altura da conversa.

Para minha surpresa, ela resolveu comentar justamente sobre meu perfume, gostou, e respondi ser um Hugo Boss que ela já conhecia de nome, mas nunca tinha tido o prazer de sentir. Elogiou bastante e ainda abraçados, durante um movimento de rosto nossos olhares se fitaram, arrisquei um beijo, mas ela recusou abrindo os braços e se afastando de mim. Dancei, pensei. Ela me perguntou se eu era louco. Senti um frio na barriga, e a reação dela foi melhor do que eu esperava, dirigiu-se até a porta do quarto que estava aberta e a fechou. Voltou-se para mim, e comentou: – imagina se alguém vê uma coisa dessas, o que iriam falar da gente?

Não me contive, e com um olhar meio pidão, me dirigi até ela pedindo desculpas e abrindo meus braços, ela aceitou o abraço, e desta vez não recusou o beijo. Que delícia de momento, principalmente por ela ter mudado sua respiração e ter prolongado aquela situação por um bom tempo.

Como ela mudou em muito sua respiração e iniciando alguns gemidos leves, ousei descer minha mão direita até seu quadril, que crescia bastante nos meu toque de descoberta, e por não haver negativas, comecei a levantar seu vestido com a mesma mão até sentir sua nádega fresquinha pós banho, em meus dedos.

Nosso ânimo era totalmente outro, e após uma leve pausa, ela me perguntou se eu tinha camisinha comigo, e ao confirmar, ela afastou-se e puxou seu vestido para cima da cabeça, ficando apenas de chinelos e uma linda tanga rendada… que corpo lindo, exclamei, ao que ouvi um convite se eu queria experimentá-lo, e creio que ela tenha entendido meu olhar. Me curvei um pouco, com uma mão toquei e acariciei um seio, enquanto a língua percorria o outro, e outra mão se divertia naquele bumbum delicioso e durinho.

Que delícia seus seios, bicudinhos, tesos… Ela aumentou os gemidos e em seguida pediu para que não fizéssemos muito barulho, por ainda ser de dia, e respondi que a maior parte do barulho vinha de seus gemidos, ao que sorriu, e me levou em direção à cama.

Ao deitarmos, deixei-a de costas ainda com a tanga, e sobre seu corpo fui descendo percorrendo seus seios, desta vez os dois, desci pela sua barriguinha super enxuta mordiscando aos poucos, e ao chegar em sua virilha, apenas fui beijando de leve em volta da tanga, deixando-a com mais tesão ainda, e quando percebi que aumentara o tom dos gemidos, desci pela sua coxa, continuando a mordiscar e beijar, abrindo suas pernas, virei um pouco uma delas para abocanhar de leve sua batata da perna, e ao chegar em seu pé, ela começou a normalizar a respiração e me fitou para tentar adivinhar o que eu queria por lá.

Incrédula, me fitava sem entender o que eu queria mordiscando seus dedinhos, mas não demorou muito para seus gemidos voltarem, e não antes de me chamar de doido. Ela olhava num misto de incredulidade e tesão, e após chupar e mordiscar seu pezinho direito, executei a mesma tara no seu esquerdo… me confessou depois, que nunca alguém havia feito carinho em seus pés, lindos por sinal.

Após alguns minutos, me dediquei a subir a caminho de sua bucetinha bem úmida naquela altura, pois deixava a parte inferior de sua tanga com um colorido umedecido, além de deixar transparecer um fio de caldinho descendo. Coloquei os dedos nas laterais, e desci lentamente sua tanga pelas pernas esguias. Me concentrei em uma massagem de língua em seu clitóris, logo após, lamber aquele caldo gostoso em sua grutinha lisa e quase que totalmente depilada.

Em pouco tempo ela tentou me avisar que estava para gozar, mas não conseguiu, e me forneceu seu caldinho por inteiro. Me implorou para penetrá-la, e resolvi aceitar e deitar de costas para senti-la por cima atendendo ao seu pedido, por não gostar da posição papai-mamãe. Percebi ai, uma de suas fraquezas… ela estirou suas pernas procurando encaixar meu membro dentro de si após colocar o preservativo, e iniciou um roçar que não era gostoso, fazendo pressão em minha virilha, desconfortável.

Pedi para que ficasse de joelhos, e tentasse novamente, e dirigi seu corpo na posição correta, que ela me confessou nunca ter feito. Ela se deliciou, pois, nunca havia feito aquela posição que eu sempre julguei ser básica. Enquanto ela colocava e tirava meu pau de dentro da bucetinha, conseguia me beijar gostoso até para silenciar seus gemidos. Quando parava um pouco de beijar, eu me deliciava com seus seios, e seguimos assim por mais alguns minutos, até ela completar seu terceiro gozo, e me alertar para o horário.

Para encerrarmos, avisei pra ela que queria gozar com ela de quatro, e assim ela ficou para me receber, e deixar meu melhor momento olhando ela nesta posição, totalmente oferecida e aberta para meu deleite. Gozei gostoso segurando suas ancas enquanto trazia e tirava ela de perto de mim, fitando seu lindo rabinho.

Resolvemos parar para eu poder retornar ao trabalho, e fomos tomar banho, e durante ele, me confessou ter sido o atual noivo seu único homem, e que conseguiu sentir comigo inúmeras sensações não vividas ainda, enquanto sua perna tremia com a água descendo, trêmula de tesão ainda. Agradeci num longo beijo, desligamos o chuveiro, e me apressei em me arrumar.

Antes de minha saída do quarto, recebi um beijo de agradecimento pelos momentos gostosos, e ganhei um convite para voltar mais vezes ao seu quarto, sempre “escondido” dos funcionários e colegas de hotel, ao que concordei e agradeci.

Será que retornei? risos… isso será uma nova história!