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Encontro de confraternização

Estava na casa de meu amigo quando ele recebeu uma ligação o convidando para uma festa de confraternização numa chácara e aceitou de pronto, sempre gostamos muito de festas, mas, avisou àquela que estava ligando que estava comigo hospedado em sua casa, e se poderia me levar e como uma boa anfitriã que era, o autorizou a levar-me. Como ele sabia que deveriam ir algumas amigas da moça que nos convidou, ligou para uma delas e já citou- nome de sua irmã para ir conosco.

Anoiteceu, nos arrumamos e partimos para a casa das duas irmãs, mas não sem antes ele me avisar que queria ficar com a mais nova e se eu quisesse, poderia arriscar com a mais velha – ele sempre soube que gosto de mulheres maduras, e na realidade ela tinha apenas 33 anos. Chegando perto da casa, me fez um alerta, de que Regina era casada, mas seu marido estava viajando.

Sem maiores problemas, paramos na frente da casa, e já fui logo para o banco de trás enquanto ele tocava a campainha, e em seguida saíram as duas para a calçada, me levantei para cumprimentá-las e ele já pediu que a irmã mais nova, Maria, fosse sentada na frente com ele, e com a porta traseira entreaberta, acompanhei Regina a entrar no carro.

Durante a festa encontrei várias pessoas conhecidas e as duas irmãs também foram se entrosar com as pessoas conhecidas, participar do amigo-secreto, e em seguida para o baile, neste momento, Regina passou pela mesa e me chamou para ir dançar com ela, e na realidade, melhor seria ter me convidado para segurá-la, porque já estava bem alterada, havia bebido um pouco além do necessário. Depois de um tempo, consegui convencê-la a sentar-se conosco em volta de uma mesa e ficou extremamente sonolenta. Meu amigo percebendo a situação, foi conversar com sua amiga e ao ver a amiga de ambos naquela situação pediu para que nós a levássemos para casa, e assim o fizemos.

Fomos embora direto e no caminho ela se recostou em meu colo com a cabeça em minha perna começou a cochilar, mas não sem antes colocar uma de suas mãos entre minhas pernas e sobre meu pau que começava a despertar com aquele carinho leve.

Assim que chegamos, Maria, a irmã mais nova se despediu dos três e foi para dentro de casa deixando meu amigo sem companhia, e quando fui me despedir de Regina, ela pediu que eu ficasse com ela, e quando eu comentei que talvez fosse melhor ela descansar, fui duramente desmentido, e me disse que ela não tinha nenhum problema que um bom banho não pudesse resolver, principalmente se depois dormisse em meus braços. Perguntei se o marido dela não viria pra casa, e ela deu risada, e confirmou que somente depois de uns 20 dias. Meu amigo se despediu de nós, e entrei com ela.

Uma casa confortável, e ela segurando em minha mão, me levou para o seu quarto, aliás, sua suíte. Se virou de costas pra mim, e pediu para que eu soltasse o zíper de seu vestido porque precisava de um banho, deixou cair o mesmo por seu corpo ficando somente de tanga e sutiã, e andou até o guarda-roupa para pegar uma toalha pra mim. Me entregou, e pediu que eu fosse tomar meu banho antes dela, me ajudando a tirar a camisa,  sapato e calça. Na hora de tirar a cueca, me deu um beijo, um tapa no bumbum, e me empurrou para o banheiro, porque eu já sabia tirar a cueca sozinho… aceitei a provocação e fui tomar meu banho.

Ao terminar, me sequei e embrulhei-me na toalha, peguei a cueca que estava em cima de um balcão, e ao sair encontrei-a deitada de costas, dormindo. Comecei a mordiscar seu pescoço, percorrer seu corpo com as mãos enquanto a chamava, e nada resolvia seu estado de desfalecimento. Resolvi puxar o lençol por cima de seu corpo já que o ar condicionado estava ligado, e estiquei meu braço esquerdo em sua direção e puxei-a para perto de mim. Dormimos agarradinhos… aliás, eu dormi, porque ela continuava desmaiada em plena duas da madrugada.

Ao clarear o dia o sol começou a entrar pela janela do banheiro e eu despertei, e enquanto procurava uma melhor posição, ela despertou e me viu ao seu lado. Me deu um bom dia, e perguntou sobre as horas, e quando eu disse que já eram 8hs, me disse que precisava tomar um banho logo após ela ter-me perguntado se tínhamos feito algo naquela noite, e partiu em direção ao banheiro.

Após uns 10 minutos, saiu envolta na toalha, levantou o edredon e deixou seu corpo cair na cama, mas não sem antes, deixar a toalha por sobre uma banqueta ao lado da cabeceira da cama. Pediu que eu a esquentasse, porque estava com muito frio, e realmente a temperatura fora do edredon não estava das mais agradáveis para se estar com pouca roupa, e abracei-a com muito carinho, e ela me recompensou com um longo beijo. Sabia beija bem. Aos poucos não pude controlar mais minha excitação, porque sentia sua mão acariciando meu pau, e assim que percebeu que já estava bem ereto e levemente molhado me pediu para tomar aquela babinha que estava saindo dele, e lógico que eu consenti.

Desceu por sobre o edredon, e começou a mamar ele muito gostoso, parando somente duas vezes, para tomar fôlego e afastar o edredon, e outra para pedir que eu não gozasse em sua boca, e com minha afirmativa, continuou mamando gostoso até levantar-se para perguntar se eu tinha preservativos, e correr até minhas roupas para buscá-los. Quando voltou pra cama, apressou-se em colocá-lo pessoalmente, e veio por cima de mim, cavalgando muito gostoso. E como montava gostoso, dando estocadas fortes a cada sentada, e gemia muito, mesmo percebendo que já tinha movimento pela sala com um barulho de televisão, mas me assegurou que era apenas sua irmã assistindo tv, e que nada faria com que ela parasse aquilo que estávamos fazendo. Seu grau de excitação já era alto, e eu podia sentir sua bucetinha ensopada, e escorrendo muito de seu néctar, que já descia por meu membro e minhas pernas, e logo em seguida começou a gozar gostoso, gemendo muito, ela sabia ser intensa na cama. Assim que ela se recompôs, me perguntou se eu já tinha gozado, e com minha negativa, quis saber qual era a posição que eu mais gostava, resolvi provocá-la dizendo que era com a mulher de quatro, penetrando no rabinho dela, e com um sorriso malicioso, disse que iria atender meu pedido e desejo, embora não fosse a genia da lâmpada.

Levantou-se e colocou-se na posição enquanto eu também me levantava, e trocava o preservativo, e antes de colocar no seu rabinho, me pediu que eu aproveitasse para dar muitos tapas na sua bunda, porque ela amava ficar assim durante o anal. Não tive dúvidas em me deliciar naquele rabinho, gostoso, quentinho, que estava me esperando, e a cada estocada nele, aproveitava para bater em sua bunda que estava escancarada pra mim, quadril moreno, largo e vendo ela debruçada sobre os dois travesseiros, ora gemendo, ora mordendo-os.

Depois de alguns minutos, avisei que estava quase gozando, e ela começou a gemer mais forte e alto pedindo para que eu fizesse logo aquilo que eu tanto queria. Não resisti aos seus pedidos, e inundei seu rabo gostoso de porra e ela soltou um grito muito gostoso e alto naquele quarto…

Mal pudemos relaxar, e na porta de seu quarto pudemos ouvir algumas batidas, e Regina apressou-se em me ajudar a remover o meu preservativo e pedir que eu me deitasse, enquanto ela pedia que sua irmã aguardasse um momento, enquanto ia até o banheiro, jogou o preservativo no cesto e foi abrir a porta para atender sua irmã.

Ela entrou em seguida e quando me viu, pediu desculpas porque não sabia que eu estava lá, e saiu. Minha safada começou a sorrir, e correndo para debaixo do edredon, sorriu muito porque pela primeira vez sua irmã tinha visto ela com alguém que não fosse o seu marido. Após longos beijos e carinhos, me convidou para tomarmos um banho e me pediu que ligasse ao meu amigo ir buscar-me para evitar muitas perguntas assim que saíssemos do quarto.

Banho tomado, e já vestidos, meu amigo retornou minha ligação avisando que já estava próximo da casa, e que eu já poderia sair. Fui para fora do quarto, e embora a tv estivesse ligada, não vi sua irmã por lá e resolvi não esperar para despedir-me.

Sai da casa e ainda na porta, deu-me um beijo bem gostoso, não antes de certificar-se de que não havia algum vizinho acordado passando pela rua, já que muitos sabiam com quem ela era casada.

Fui embora e não voltei mais pra lá desde então… Valeu a confraternização!

Tratado não é caro

Angélica era uma poeta que vivia na cidade em que morei por 8 anos, e numa noite que estava com um casal de amigos num barzinho, e ela apareceu naquele bar oferecendo um exemplar de seu livro de poemas para os clientes durante a noite, algo comum na região.

Como sou muito brincalhão, logo resolvi tirar uma com ela, e dizer que somente poderia comprar se ela ficasse do meu lado me explicando, e ganhei um sorriso doce, e uma negativa, é claro. Já passava da meia-noite, e ela continuava rodando pelas mesas, e num retorno à mesa ela resolveu me perguntar se eu não tinha mudado de ideia sobre a compra do livro, e eu afirmei que continuava aguardando ela parar de vender e sentar-se conosco à mesa, ela sorriu e se afastou. Meus amigos davam muita risada, afinal, já estávamos há mais de 4 horas tomando uma cervejinha  e conversando pra relaxar naquela noite quente.

Quando era perto de duas da madrugada, eles comentaram se eu ficaria por lá ainda, ou se iríamos todos embora, afinal, eu tinha ido de carona com eles e isso significava eu ter que me virar para retornar pra casa mais tarde, e confirmei que eles poderiam ir porque eu insistiria com a Angélica. Eles acataram minha decisão e se levantaram despedindo-se.

Ao perceber que eu estava sozinho à mesa, ela se aproximou e perguntou onde eles tinham ido, e confirmei que voltado pra casa, e ao me perguntar sobre o motivo de eu não ter ido com eles, afirmei que tinha resolvido esperar ela vender seus livros para me dar atenção, ao que ela sorriu e pediu licença para sentar-se.

Finalmente começamos a conversar mais à vontade, e ela me confidenciou que era casada e que não se sentia bem sentando naquele barzinho com um homem porque haviam muitas pessoas que a conheciam, afinal, a cidade não tinha muito mais de 200 mil habitantes, e resolvi arriscar convidá-la para ir embora comigo pra casa já que assim não teríamos tantos olhares sobre nós, e para minha surpresa ela aceitou, mas, não sem antes dizer que não aconteceria nada além de uma boa conversa.

Pedi a conta e me dirigi para a portaria, enquanto ela foi buscar sua mochila com os livros, e pediu que eu a esperasse lá fora longe dos olhos das outras pessoas, e eu sugeri no ponto de táxi já que estava sem carro.

Logo depois, vejo-a surgir e ela pediu para que entrarmos logo no primeiro que estava disponível na parada, e assim que entramos, consegui segurar sua mão no banco traseiro do carro,  e pedi para que ele se dirigisse ao meu endereço. Chegando lá, paguei a corrida e subimos para minha quitinete, e finalmente pude dar mais que um simples flerte com ela, abraçando-a e beijando seus lábios carnudos e roçar seu corpo cheio de curvas.

De fato, a situação não se parecia com uma boa conversa que havíamos combinado no bar, porque nossos corpos já começavam a se procurar, e os desejos também, até que as mãos passaram a procurar deliciosamente outros afazeres, além do que as bocas, estavam ocupadas demais para simplesmente falarmos.

Fomos cada um tirando as peças de roupas do outro, até que nada mais houvesse sobre nossos corpos, e foi quando ela começou a esticar seus braços para alcançar sua bolsa, e ao ser questionada, disse que era para pegar a embalagem de camisinhas que tinha escondida dentro da mesma. Ajudei-a na tarefa e ela correu a rasgar e colocar sobre meu pau, pedindo para penetrá-la logo que não estava mais aguentando de tesão.

Este calor e fogo foi aumentando até o momento em que ela começou a me pedir pra bater em seu rosto, e como sempre fui taxado de romântico, após estranhar o pedido começo a dar tapinhas leves atendendo ao seu pedido, e não se dando por satisfeita, começou a gemer e pedir para que eu batesse direito, com força… parei e olhei em seus olhos e questionei se ela estava falando sério, pois, não costumo fazer isso, e aliás, nunca bati com força numa mulher, no máximo alguns tapinhas no bumbum, mas jamais no rosto.

E ela me respondeu que era o modo que mais gostava de sexo, apanhando, e avisei que havíamos entrado num impasse, afinal, realmente não sabia fazer isso com força, e também, eu não iria arriscar a dar uma surra numa mulher por mais bonita que fosse embora estivesse me pedindo, mas que eu havia conhecido, logo imaginei ela saindo de minha casa e indo até uma delegacia dando parte de mim por maltratá-la e violentá-la, sei lá o que se passa na cabeça das pessoas!

Diante da negativa, ela perguntou se eu gostava de fazer anal, e eu afirmei, então ela pediu que eu assim agisse, mas que fizesse com força, e assim fui feito, com direito aos tapas que gosto de dar no bumbum enquanto penetro por trás enquanto a mulher está de quatro.

Modéstia à parte, brincamos bem gostoso por algumas horas até nos cansarmos gostoso, e ela dormiu agarradinha comigo. Na manhã seguinte ela acordou, me deu um beijo e pediu para ir fazer amor bem rapidinho porque precisaria ir embora pra casa, pois, já se passavam das 9 horas da manhã, e após ligar para uma amiga comentou que precisaria dizer ao marido que tinha ficado na casa desta amiga em que costumava ficar, para que ele não brigasse pela demora em regressar pra casa.

Banho tomado, tomou um café preto comigo, recusou-se a passar o número de seu celular e antes de sair, voltou-se em minha direção, e me fez lembrar que devia à ela os R$ 10,00 referente ao livro de poemas que havia deixado em cima da tv… tratado não é caro!

A encontrei outras vezes no mesmo barzinho, mas nunca mais consegui sair com ela novamente.

A insistência dá certo…

Marina é uma mulher morena, 35 anos, bonita, maranhense, fogosa e casada com um homem mal humorado e ranzinza.

De tanto sua irmã comentar que ela deveria aproveitar pra conversar com outras pessoas, conhecer outras mentalidades, resolveu atender a curiosidade que já sentia despertar e decidiu se cadastrar no Badoo.

Eu resolvi procurar alguém pra conversar e me cadastrei novamente neste site, e a foto da morena me encantou. Tentei por diversas vezes bater-papo com ela, mas, nossos horários não batiam direto, e já estava pensando em desistir quando chegou uma mensagem retornando meus contatos. Começamos a conversar e percebi que ela era um pouco fechada, mas, continuei insistindo e como o mensageiro do site não ajudava muito, e sempre a tratei direitinho, resolveu me passar seu msn.

Desde o primeiro chat ao vivo, percebi se tratar de uma bela morena, teclava de um pc no seu quarto de casal, e tínhamos sempre uma hora ao menos de tempo para podermos conversar, e conforme ela foi sentindo mais confiança, seu sorriso lindo começou a ficar mais evidente, e as conversas foram ficando mais picantes. No segundo dia, depois dela se levantar, consegui ver melhor seu lindo corpo, magro e com belas curvas de bumbum e busto, e não resisti a comentar. Ela agradeceu, e disse que não se sentia bela, e ressaltei os contornos dela, e para provar que era magrinha, levantou a camiseta deixando à mostra a barriguinha e parte de seu sutiã. Pirei… pedi para ver mais de seu corpo mas recusou, porém, a conversa foi ficando bem mais animada.

Após algumas semanas e brincadeiras na webcam, consegui convencê-la a se encontrar comigo, marcamos o final da manhã para encontra-la na área externa de um Shopping, e a peguei após um pequeno atraso no ponto de ônibus combinado.

Após entrar, um leve cumprimento, e arranquei de lá por causa da quantidade de pessoas por perto, e no caminho de quase um quilômetro até um motel, consegui roubar-lhe um beijo e alguns carinhos nos seios que estavam enrijecidos, e coxas quentes, muito quentes.

Entramos no quarto, e após um longo beijo e troca de carinhos, pedi para tomar um banho, já que ao contrário dela que vinha de casa, eu estava vindo de um cliente, após um longo trajeto.

Pela parede envidraçada, pude ir contemplando seu lindo corpo ficando nu, e quando saí do box e me dirigi até a cama enrolado na toalha, meu membro já a desejava demais. Ela somente de tanga, ficou de quatro, e  com muito jeito, conhecimento e propriedade, levou a palma da mão até meu saco e acariciando e levantando-o, e abocanhou meu pau num delicioso boquete.

Como mamava gostoso, e erguendo o rosto abriu os olhos e numa breve pausa, agradeceu o sabor da babinha que saía dele. Após alguns minutos recebendo aquele delicioso oral, pedi para me deitar e experimentar seu caldinho, e quase sem parar de mamar, ficou de quatro por cima de mim gozando duas vezes em minha boca, e pedindo minha porra em sua boca, o que acabei obedecendo por motivos óbvios.

Depois de inicialmente saciados, nos abraçamos longamente e trocamos longos beijos e carinhos, até ela montar novamente em cima de mim, e cavalgar muito, se contorcer em gozos intermináveis, e pedir que eu gozasse depois de ter certeza que eu estava gostando de transar com ela.

Após um momento de pausa, ela confessou que seu marido embora transasse muito, não a satisfazia, gozava em seguida e muitas vezes até sem penetrar, de tanta insegurança. Já fazia mais de 10 anos que não conseguia gozar direito e achou estranho que eu conseguisse segurar o tesão para gozar depois de saciar minha companheira.

Como sabia que eu tinha uma tara por rabinho, antes de irmos embora, já que estávamos há quase 4 horas transando, me ofereceu da maneira mais gostosa… estava conversando com ela de conchinha, e depois de algumas mordidinhas nas orelhas e nuca, foi empinando o bumbum e deixando meu pau penetrar seu cuzinho apertado. Gemendo muito de tesão, gozou duas vezes novamente antes de pararmos e me confessou que no rabinho nunca tinha sentido tesão, apenas havia deixado o marido foder algumas poucas vezes porque ele desejava, mas, que por gozar muito rápido também, penetrava rápido demais, e como machucava resolveu parar com isso.

Após mais vários beijos, carícias e abraços, pediu para me chupar mais um pouco antes do banho, onde percebeu o tanto que estava vermelha de tanto roçar em minha barba, passou um creme para minimizar a situação e fomos embora. Deixei-a no mesmo shopping, e nos falamos mais tarde pelo msn, antes do marido chegar.

Como nossas taras são superiores a dois anos, terei que colocar muito mais coisas por aqui em breve…

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Que bela caixa de bombons

Lili é uma mulher bonita, esguia, corpo bem definido, 35 anos… e casada! Conheci-a no Badoo e percebi que não queria nada além de um bom papo, então, que seja assim nosso relacionamento. Gosto muito de conversar e sempre gostei de conversar pela web. Vai que rola.. rs!

Com o passar dos dias, a conversa foi ficando mais reservada e acabei virando aquele com quem ela poderia se confidenciar. Como seu marido chegava após as 19hs, estipulamos que sempre poderíamos teclar até as 18h30 e se possível, pela manhã enquanto seus filhos estavam em aula. Deixamos isso acertado, e ela me pediu permissão para chamar-me no período da tarde, caso ela pudesse ficar sozinha caso as crianças não estivessem por perto.

Foi me deixando à par de suas tristezas, sobre seu marido ser muito ausente, conversar pouco, atenção somente para os filhos e quando não estava cansado, contudo, sempre o elogiava pelo fato de deixá-la com um bom padrão de vida, carro, viagens que nem sempre ele poderia ir, mas, um bom provedor da casa. Aos poucos foi deixando claro que também pensou em alguns momentos que talvez ele pudesse ter outra pessoa em vista, e concordei de cara principalmente porque ela me afirmou que ele não usava celular embora trabalhe na área de TI, quando perguntei se ele não tinha comportamentos estranhos no telefone.

As conversas foram aumentando na frequência, que era a cada dois dias e já não pelo site, e sim pelo skype, assim ficava muito mais fácil e reservado. A qualidade na confiança também aumentou e já comentava sobre assuntos mais íntimos, como seus dois relacionamentos anteriores, e principalmente sobre o primeiro homem de sua vida, que vez por outra ligava querendo fazer um bis, mas, ela não se empolgava por medo, embora tivesse vontade de cometer as loucuras de outrora.

Em relação a minha pessoa, ela também descobriu que eu tinha o mesmo fogo que ela, e que ao contrário dela, tinha vontade de ter um outro relacionamento mais fogoso e começou a fazer muitas perguntas sobre isso.

Numa quarta feira próxima do carnaval, fui surpreendido pela sua notícia que se ausentaria por duas semanas nas férias com o marido, que ele conseguiu às pressas e marcou um cruzeiro pelo nordeste, e com isso, ficaríamos quase 3 semanas sem conversar. Chegou a aventar a possibilidade de nos encontrarmos no aeroporto e nos conhecermos, ela daria um jeito de dar uma fugidinha de perto da família porque queria muito me conhecer pessoalmente. Achei uma verdadeira loucura, e com a programação da empresa de viagens consegui convencê-la de que não daria certo.

Foi viajar, mas antes de embarcar me ligou, já que havia pego meu número de celular antes de parar a conversa no dia anterior. Fiquei surpreso e contente, ela realmente estava gostando das nossas conversas. Durante a viagem, perdemos contato, mas, assim que voltou me mandou uma das fotos que havia tirado no deck do navio, gatíssima num biquini sensual e provocante, foto esta tirada pelo marido que ficou bravo por ter usado o mesmo, e de castigo, deixou-o sem sexo durante a viagem… achei o máximo da parte dela.

Como já estávamos chegando perto da páscoa, ela perguntou o que eu daria de presente, caixa de bombons ou um ovo, e comentei que achava mais interessante a caixa e de pronto ela afirmou que se eu desse a caixa ganharia a oportunidade de conhecê-la pessoalmente, o que ela ainda desconversava após minha “oportunidade” no aeroporto. Trato feito.

Dias antes durante uma de nossas conversas, avisei-a que já estava com a caixa em minhas mãos, e ela pediu para mostrar pra ela pela webcam, e de pronto fui buscar a sacola, e de dentro da mesma mostrei para ela que havia uma caixa embrulhada em papel de presente, o que a deixou exultante. Infelizmente o marido precisou voltar mais cedo para casa e acabamos parando nossa conversa mais cedo naquela tarde, o que me deixou chateado já que ela estava mais soltinha do que qualquer dia anterior.

Na manhã seguinte e pouco depois das 9hs, eu recebo uma ligação dela, me perguntando como fazia para chegar em minha casa, e se de fato ela poderia vir buscar seus bombons, e surpreso, confirmei à ela o endereço e ao me dizer onde estava, dei as dicas de como chegar até aqui. Após uns 15 minutos toca a campainha e lá estava ela do lado de fora, sorriso aberto, jeitinho de menina, sorriso maroto nos lábios. Convidei-a para entrar, e após fechar a porta me virei e ela estava de braços abertos me pedindo um abraço e foi prontamente atendida, não só com ele mas também com um longo beijo.

Após a recepção calorosa, chamei-a a sentar-se no sofá e trocamos um longo olhar sorridente junto com outro beijo, agora sentados, e com alguns avanços em relação a carícias. Ambos estavam sedentos de carinhos e afagos, e não houveram refugos em qualquer iniciativa de toques, e enquanto a beijava deliciosamente, a mão direita que se ocupava em carinhos no rosto, orelhas e nuca, começou a percorrer outros partes de seu corpo, ainda por cima da roupa, mas já percebendo seus mamilos durinhos, a respiração ofegante, e tremores em sua barriga a cada alisada. Ela também começou a descer sua mão esquerda que estava mais comedida em meu rosto, e após desabotoar o botão mais alto, passou a percorrer meu peito antes de descer até minha calça como que procurando por algo mais quente.

Como a excitação estava aumentando muito, comecei a abrir sua camisa e sem encontrar resistência alguma, abri também seu sutiã somente com a mão direita, enquanto a esquerda não soltava por nada no mundo a sua nuca. Após uma sequência de carícias iniciais, não resisti e me ofereci para mamar seus seios durinhos e cheios de tesão, ao que ela consentiu com uma fala baixa e tremula. Em seguida, como a respiração dela estava muito ofegante eu dei uma pausa, e me ofereci para buscar sua caixa de bombons mas pedi para que ela não fechasse sua blusa, senão eu iria chorar, e ela sorrindo como menina à espera do pote de doces, consentiu!

Voltei com a caixa de bombons, e ela me avisou com seu lindo sorriso maroto de que sua blusa ainda estava do jeito que eu havia solicitado, e dei-lhe outro beijo gostoso, enquanto entregava a sacola. Dei uma pausa para que ela conferisse o presente, e agradeceu com outro longo beijo e neste momento me avisou que não poderia se demorar muito, porque após o meio dia teria que ir buscar os filhos na escola, e indaguei até que horas poderia me dar colinho, e olhando para o relógio, afirmou que por quase uma hora somente nesta primeira vez. Com uma carinha de choro, e logo acariciada por mim, convidei-a a conhecer a casa, levantei-me e estendi os braços para que se levantasse também, e seguimos pelo corredor, mostrei os ambientes e por último e não por acaso, mostrei-lhe meu quarto, e logo após ela comentar que estava cansada de tanto andar pela casa, que nem é tão grande assim, me sentei na beirada da cama e me ofereci para deixá-la descansar em meu colo, e sorrindo, me disse que estava com jeito de eu estar com más intenções, logo desmentido por mim e com um lindo sorriso dela consentindo em deitar-se “só um pouquinho”, dito por ela.

Retornamos os beijos e carícias, e fui logo retirando sua roupa já que não teríamos muito tempo nesta primeira vez, e fui descobrindo todo o calor que ela emanava, perfume doce, e grutinha toda babadinha. Ao perceber o grau de excitação em sua xaninha, me ofereci para secá-la com minha língua, e vermelhinha de vergonha, consentiu, e passou a gemer gostoso e quase uivar a cada passada que desferia por sobre seu clitóris, e após seu pedido para parar antes que ela gozasse, levantei a mão e movimentei o dedo sinalizando que não pararia, e ai sim, comecei a ouvir seus gemidos intensificarem até chegar ao clímax. Tremula, me pediu um abraço e disse que havia sido um dos melhores gozos que já havia tido, e me beijou muito forte por longo período, e perguntou se eu gostava de ser acariciado com a boca, e ao afirmar, me ofereci para um 69, e ela pediu para não fazer, porque senão ela poderia gozar novamente em minha boca, e eu pedi para que fizesse, e novamente sorrindo, se levantou de meus braços e se movimentou para engolir meu pau, avisando apenas que não gostava de beber, e que iria tirar a boca assim que percebesse meu gozo, e consenti.

Não teve muito tempo para me chupar, porque ela que já estava muito excitada, gozou mais duas vezes em minha boca e tremendo, arqueou-se um pouco sobre mim e quase suplicou para que eu a penetrasse. Consenti.

Levantei o corpo para pegar um pacote de preservativos, e ela se ofereceu para colocar, e em seguida tratou de encaixar meu pau em sua xoxotinha ainda úmida e quente demais após tanto gozar, e desferiu uma descida forte em seu quadril para agasalhar meu pau com sua xoxota deliciosa.

Consegui fazê-la gozar mais duas vezes e em seguida perguntei se agora poderia gozar, o que ela consentiu de pronto. Deixou meu pau dentro dela por alguns minutos enquanto me beijava, e em seguida pediu para que eu verificasse as horas em meu relógio que estava em cima do criado mudo, e assim que informei, nos demos conta que já estávamos a quase uma hora em cima daquela cama. Me pediu para ir com ela até o banheiro e ajudá-la num banho rápido.

Aceitei a missão, e durante o banho, ela pediu que não jogasse água em sua xoxotinha, porque queria ir para a sua casa com aquela sensação de ter sido de outro homem, durante momentos maravilhosos naquele dia, e poder tomar banho somente de noite antes de deitar, já que seu marido normalmente não a procurava de noite e para que estivesse sem vestígios na manhã, caso fosse procurada por ele. Consenti e nos banhamos bem gostoso. Ajudei-a a se arrumar, e trocamos mais um longo beijo, e ficou com um lindo sorriso ao me avisar que na próxima vez queria sentir meu pau em seu rabinho, já que eu gostava tanto, e ela me recompensaria pelos momentos maravilhosos vividos naquela manhã.

Entreguei sua sacola com os bombons, e me despedi, sentindo o sabor de bombom existente em seu corpo delicioso, durante uma boa parte daquela tarde.

Mais momentos serão vivenciados…

Melhor seria se fosse com uma prostituta

Pensem numa mulher vagabunda, mas imaginem uma vagabunda e não na cama, e sim de atitudes. Bem, esta é a Anna.

A conheci como várias outras em sites de relacionamento, e vivia reclamando do marido que a deixava sem sexo e não ajudava direito nas contas de casa, e sempre alegando muitas contas para pagar, o que a deixava nervosa demais.

Numa noite, resolvi convidá-la para sair, e até que era vistosa, mulata alta com quase 1,75m de altura e com um belo corpo apesar de seus quase 45 anos. Chamando tanto a atenção e resmungando tanto, porque não oferecer colo à ela?

E não precisei de muito esforço para que aceitasse, marcamos num shopping da zona leste de São Paulo para nos encontrarmos e de lá sairmos para um motel, o que já antecipamos bem antes para não haver perda de tempo. Ao chegar por lá, me deu um chá de canseira de quase duas horas e quando chegou já não teríamos mais tempo de fazer nada já que o trânsito havia piorado muito na região, e acabaríamos ficando parados na rua, e eu não ia sair apenas para conversar no trânsito. Tomamos um café expresso com pão de queijo e fomos cada um para seu canto. Fiquei “P” da vida, mas, como a gente não ganha sempre, não havia outra opção.

Durante a noite, ela apareceu no msn e começou a reclamar novamente, e como eu não estava com esta paciência toda, resolvi ir dormir, me despedi e desconectei.

Na semana seguinte, me ligou chamando para sairmos novamente, e queria  muito passar uma tarde junto comigo. Marquei para a semana seguinte e cumprimos nosso acordo e desta vez num outro shopping na mesma região. Na data e horário combinados eu já estava por lá, e ela desta vez não se demorou muito, uns 15 minutos o que foi bem suportado por mim.

Deixou o carro dela por lá e seguimos no meu para um motel bem perto. Ao chegar lá fomos tomar um banho e não hesitou em iniciar suas preliminares enquanto nos despíamos, começando a tirar minha camisa, e minha calça, passando a alisar meu membro ainda de cueca e ao lado da cama. Aos poucos fui procurando soltar seu vestido, pois, queria conhecer aquele corpo enorme e vistoso que muito chamava a atenção pela webcam em várias ocasiões. Assim que consegui fazê-lo cair, apareceu um corpo realmente de belas formas, mas também, com várias marcas de cirurgias feitas recentemente por ela, e embora não tivesse afirmado nas conversas na internet, ela tinha sim aquele corpo por tê-lo esculpido, em bumbum, barriga, e seios que apareceu mais alguns minutos depois quando retirei o seu sutiã.

Bem, como gosto muito de seios, não me contive em colocá-los nos lábios e começar a sugá-los em movimentos circulares com a língua por sobre os mamilos, enquanto variava um pouco as atitudes com sua boca. Passado pouco tempo, eu já a estava massageando na buceta e sentindo seu mel escorrer, e foi quando ela começou a se levantar para irmos fazer o que estávamos acertando antes, que era o banho, e aceitei. Pediu para ir primeiro e embora eu goste de fazer isso junto para poder começar a brincar, atendi o pedido e quando ela saiu, fui tomar meu banho.

Quando sai, ela estava ao telefone e pelo teor da conversa era com o marido, brigando… alguns minutos se passaram e ao desligar começou a chorar, e eu comecei a ver nossa saída ir por terra, mas com certa habilidade, consegui reverter. Depois de um pouco de conversa e preciosos minutos, consegui fazê-la relaxar e dei início às preliminares novamente, e aos poucos ela foi cedendo aos momentos de tensão, consegui remover sua toalha que envolvia seu corpo realmente grande, mais alguns minutos se passaram e ao fazer massagens em seu clitóris, percebi algumas marcas que também eram cicatrizes que estavam perto de sua buceta, e ela pediu um certo carinho e cuidado nas carícias. Assim foi feito. Os seios foi um caso à parte, porque embora eu goste muito de provar, não me causou uma boa impressão as duas grandes cicatrizes na parte inferior deles, em forma de T, e se o volume e prazer ao chupar eram intensos, em alguns momentos ficar com os olhos abertos era um pouco brochante.

Após perguntar qual era sua posição favorita, coloquei-a de quatro, e finalmente conseguimos realizar uma boa transa e como não reclamou muito acabei indo aumentando a velocidade e intensidade na penetração, e com certeza ansiava por conseguir provar seu rabão, que deveria ser bem gostoso e ao mesmo tempo não precisaria ficar com aquela impressão de funilaria em andamento pelas cicatrizes relativamente recentes… passei vontade em relação ao seu rabo, mas, consegui me saciar com sua buceta grande e bem babada, fazendo-a gozar por três vezes até novamente pararmos para que atendesse outra ligação, desta vez de seus filhos.

Como o tempo não estava nos ajudando muito, resolvi me levantar e ir tomar meu banho já que depois de duas ligações o relógio demonstrava estar galopando de tão rápido que corria.

Quando estava terminando de tomar meu banho, ela surgiu abrindo a porta e pedindo desculpas, e se oferecendo para me mamar, o que com certeza eu não recusaria, e embora ela me pedisse para não gozar em sua boca porque não gostava do gosto de porra, quase que não consigo cumprir minha palavra já que ela fez direitinho. Ao final da mamada, e com o rosto um tanto quanto lambuzado, ela com uma cara de safada me confessou que gostava de fazer o homem ficando excitado enquanto mamava, e após um beijo entrou na banheira para também se lavar, e recusou minhas carícias no rabinho como já tinha feito anteriormente.

Depois de nos arrumarmos, saímos de lá em direção ao shopping e a deixei no estacionamento, bem próximo da vaga em que havia deixado sua SUV, e voltei pra casa bem mais aliviado e já querendo marcar outra caso tivesse outra oportunidade.

Depois de quase um mês, marcamos novamente e pouco antes de ir me encontrar com ela, resolvi mandar uma mensagem para tirar a dúvida se realmente iria poder e ela desconversou. Após mais uma semana me ligou, e mandou mensagens pedindo R$ 150,00 emprestado para pagar sua conta de energia e como me prometeu devolver em uma semana, acabei emprestando e depositei em sua conta que ficava no mesmo banco que o meu. De noite me agradeceu e na semana seguinte me confirmou que estava depositando o valor, me deixando despreocupado.

No dia seguinte ao combinado para o depósito percebi que não havia entrado, e também descobri que não atendia mais minhas ligações. Por diversas vezes tentei fazer contato, principalmente quando via que gostava de postar em seu facebook sobre as compras de roupas que tinha feito, para exibir às suas amigas. Resolvi relaxar e considerar o valor como uma perda no que se refere ao empréstimo, deixando um apontamento na minha agenda, como sendo um valor que paguei para uma prostituta e assim não passar nervoso quando relembrasse.

Embora a transa tenha sido relativamente boa, considero que se fosse com uma mulher da profissão teria sido melhor, mas, a gente não consegue acertar sempre e até porque nunca gostei de pagar para sair com alguém, neste caso é melhor não ficar alimentando maus sentimentos.

Que venham as próximas, e que não sejam mulheres que se tem de pagar… rs

Uma enfermeira fogosa

Betinha é uma enfermeira morena e casada, em torno de 40 anos, decepcionada com a instituição do casamento, e que mantém o marido dentro de casa por ele não ter como se sustentar. Já fazia mais de um ano que ele se transformou num estorvo dentro de casa, e não via mais motivos e nem tinha tesão em transar com ele que estava desempregado e reclamando de tudo. Resolveu se cadastrar no site Badoo em 2011, e por lá me encontrou alguns meses antes de eu encontrar minha namorada atual, a Marina.

Conversa vai, conversa vem, e marcamos para teclarmos pelo skype que era mais fácil dela acessar do que o site do Badoo, que tinha bloqueios no trabalho, e em casa nem sempre tinha o marido distante o suficiente para uma conversa mais gostosa.

Nos encontramos conectados numa noite e depois de uma boa conversa marcamos de nos encontrar na zona norte de São Paulo, próximo de sua casa, onde conseguiria chegar depois das 14hs voltando do trabalho naquela quinta-feira. Cheguei no horário combinado, e a vi sentada num banco próximo ao ponto de ônibus, me aguardando. Liguei pra ela avisando que estava na outra ponta da praça, e ao me avistar, levantou-se e caminhou até meu carro. Sugeri um motel numa rodovia próxima, e para lá seguimos depois de um curto beijo no rosto, já que estávamos num lugar público e o filme dos vidros do carro nem eram tão escuros assim.

Após entrarmos no motel, seguimos para a vaga, e ao fechar o toldo, ela saiu do carro em direção à porta do quarto, pude apreciar seu bumbum e embora não fosse vistoso naquele uniforme, pareceu-me que poderia me surpreender mais soltinho. Tranquei a porta do quarto, e dei-lhe um curto beijo, enquanto colocava minhas coisas na mesa, e ligava o ar condicionado do quarto. Sempre que fui a um motel, procurei tirar minha blusa para evitar algum problema como manchas de batom que pudesse me complicar ao voltar pra casa, e não fiz diferente desta vez.

Ao tirar a camisa, ai sim abracei-a com mais vigor, e fui direcionando seu corpo até a cama, enquanto ia soltando seu blazer e demais peças do uniforme do hospital em que trabalhava. Coloquei seu blazer numa cadeira e passei a massagear seus seios fartos, que estavam a pronunciar mamilos grandes e cheios de tesão, e passei a desabotoar os botões da camisa, enquanto percebia sua respiração mudar para um estado mais ofegante. Assim que comecei a abaixar sua calça, perguntei se tinha algum problema, e surpresa, me disse que não e quis saber o motivo da pergunta. Respondi que estava sentindo sua respiração diferente, e sua calcinha molhada, disse que estava com um vazamento gostoso escorrendo nos meus dedos, e sorrindo me disse que não era pra menos, já estava há quase 6 meses sem transar, e tinha fantasiado bastante aquele momento nos últimos 15 dias em que estivemos conversando.

Terminei de remover sua calça, ela retirou a minha também e meu calçado e meias, e nos deitamos. Passei a mamar vigorosamente seus seios tesos e grandes, e a cada passada de língua ela gemia ardentemente o que somente aumentava meu tesão e o dela também.

Como ela já sabia que eu tinha alguma dificuldade em gozar durante o oral, foi por ele que ela iniciou nossa brincadeira, disse que queria ser a responsável pela minha iniciação… não conseguiu, se bem que tentou bastante. Em seguida deitou-se de costas e pediu para que a penetrasse bem fundo, não estava aguentando mais de tesão em ser penetrada, e não pensei duas vezes. Me ajudou a colocar a camisinha e me puxou para cima dela, que já estava com sua buceta muito ensopada. E não demorou muito em gozar gostoso, gritando muito, era uma de suas especialidades gemer e gritar, e fazia isso com muita propriedade. Depois de foder bem gostoso sua bucetinha encharcada, demos uma pausa e perguntei se o que havíamos comentado antes de sair ela realmente tinha tesão, me referindo ao seu rabinho. Ela afirmou que sim, mas que queria que eu colocasse bem devagarinho porque ela já estava sem fazer há algum tempo, e embora estivesse gostando muito de meu pau, tinha achado ele grosso demais e tinha medo que eu a machucasse. Trocamos alguns beijos, e em seguida pedi para ela colocar uma nova camisinha porque eu queria experimentar seu rabinho, e com um sorriso safado no rosto, não hesitou em auxiliar-me, tão pouco em arrebitar sua bunda e novamente lembrar que era para ir bem devagarinho.

Dei uma mordidinha em sua bunda e passei um pouco de gel que ela tinha trazido, e passei a massagear seu rabinho com a cabeça de meu pau, e para quem tinha algum receio, tinha também uma boa dose de tesão porque abriu seu cuzinho bem gostoso pra me receber. E depois dele dentro, retomou sua fase de gritos e gemidos, era muito safada naquela posição, e não demorou pra me pedir que desse tapas em sua bunda, o que com certeza eu fiz com gosto já que pela sua pele ser morena não ficava nada aparente as marcas após cada tapa, muito pelo contrário, minha mão que estava ficando vermelha de tanto ela pedir.

Ela gozou gostoso, e depois de uma pausa fomos tomar nosso banho e em seguida me pediu para foder novamente seu rabinho, o que foi prontamente atendido, eu estava gostando dos gritos e gemidos que ela pronunciava e não ia perder aquela oportunidade.

Depois do segundo gozo no seu rabinho, o horário começou a ficar mais adiantado, ela olhou as horas em seu relógio e perguntou se eu ficaria muito chateado em irmos embora, e com minha concordância, me deu um beijo gostoso, e pediu para marcarmos novamente na semana seguinte, porque estava gostando de voltar a ativa. Fomos tomar nosso banho e levei ela embora até um local mais próximo de sua casa, onde ainda pegaria um ônibus a tempo de fazer o jantar dos filhos e marido.

Outra hora comento sobre nossa segunda e última saída…

Saudades do ICQ

Bons tempos eram aqueles em que comecei a navegar na internet. Melhores ainda, após eu aprender a navegar pelos locais corretos. Antes do finado Msn, havia outro aplicativo de chat, o ICQ, e através dele tive contato com algumas mulheres especiais, e de duas especialmente, das quais uma delas relatarei agora.

Houve uma época em que necessitei ficar viajando muito pelo triângulo mineiro, e como sempre que tinha algum roteiro à vista, tratei de procurar mulheres interessantes na região que eu pudesse conhecer. Tratei de fazer uma busca no site Almas Gêmeas e por lá encontrei duas mulheres de Araxá, uma solteira e outra casada. Na época, não tinha o costume de sair com mulheres comprometidas, sempre achei perigoso, e me correspondi com a solteira. Dia marcado para um encontro, haveria um show de sertanejo numa chácara em que ela iria, e marcamos num barzinho antes para o encontro. Uma bela morena, mas, não houve muita afinidade. Mesmo assim acabamos indo ao show, tivemos uma boa prosa, mas a advogada era muito lisa, acabei não marcando nada depois disso. Pensei: “o jeito será tentar pelo menos conversar com a outra, para ver o que rola, numa próxima viagem.”

Voltei de viagem, e comecei a conversar com ela. Simpática e bonita em fotos, Rosa (fictício) logo trocou mensagens e disse ter gostado do meu jeito de ser, e perguntando se eu possuía o comunicador, tratou de passar seu ID, e tratei de adicioná-la, e claro, perguntar qual o melhor horário para nossas conversas já que eu sabia que ela era casada e seu marido poderia não gostar de vê-la no pc. Na noite seguinte ela aceitou o convite, e perto de meia noite iniciamos nossas conversas.

Logo de cara ela me disse que seu marido costumava dormir cedo, e seu pc ficava no escritório, e por isso, não tinha problema em ficarmos conversando desde que fosse principalmente após as 23hs, e melhor ainda, na madrugada. Concordei de pronto.

Durante três semanas, ficamos com boas conversas diariamente, e o teor foi esquentando à medida em que ela citou que seu marido já tinha 3 anos que não comparecia muito e isso causava um certo desconforto. Como ela morava numa cidade pequena, chegou a pensar em arrumar um namorado, mas, julgou ser muito arriscado. Claro, me candidatei num ar de brincadeira, mas, torcendo para que ela aceitasse. Bingo. Ela aceitou também num ar de brincadeira, mas que dava a entender ser sério. Me perguntou se eu ia sempre para Araxá, e como eu estava indo a cada 15 ou 20 dias, ela gostou principalmente porque já tinha 10 dias  que eu havia ido, e pediu para que eu confirmasse se seria nos próximos 5 dias minha ida para que ela fosse num salão pela manhã agendar horários para ficar bonita, e enfim me conhecer. Confirmei, e deixamos a data acertada. Mas havia um problema maior, como que numa cidade não tão grande, ela conseguiria me encontrar?

Ela me desfez a dúvida, confirmando que não morava lá, e sim, outra cidade menor ainda na região, e de vez em quando precisaria ir lá. Marcamos um horário aproximado, e um posto de gasolina na estrada para tomarmos um café, e inclusive, o modo para a aproximação: uma conversa descontraída como se já nos conhecêssemos há alguns anos, e tivéssemos nos reencontrado por acaso naquele local. Também confirmamos os modelos e cores de nossos carros para ficar mais fácil nosso encontro.

Tudo combinado, faltava o principal, a viagem. E lá fui eu!

Viajei na madrugada saindo de São Paulo meia noite para chegar até as 7 da manhã por lá. Tudo certo no caminho até eu chegar a menos de 10 km da cidade e ter a correia do alternador partida, vendo a temperatura do carro aumentar muito… não poderia acontecer isso, justo naquele dia especial, tão perto do final! Poderia ser na volta, pensei.

Vi o estrago, mas, por ser muito cedo ainda julguei que conseguiria chegar na cidade já que a temperatura externa era bem fria com a neblina matutina, e desde que eu conseguisse descer os trechos de estrada com o motor desligado. Assim o fiz. Cheguei ao posto com 15 minutos antes do previsto e já a vejo me esperando nos degraus próximos ao restaurante, em frente ao seu carro. Desci, a cumprimentei com um beijo no rosto e simulando um reencontro, e já comentei sobre o que havia me acontecido. Um frentista me indicou outro posto dentro da cidade em que havia um mecânico de prontidão, e para lá me dirigi com ela seguindo-me.

Parei no local indicado e fui informado que deveria aguardar até as 8 horas quando abriria. Tranquei o carro e fui até o carro dela conversar. E haja conversa, toques, beijos, por mais de meia hora. Ela era uma morena clara, esguia e delicada, de cintura e pernas finas, seios fartos e bumbum empinado, no auge de seus 35 anos, trajando um vestido bonito em que sem querer, acabei por descobrir a textura de sua pele, coincidentemente, ao tocar suas coxas… rs

Num dos beijos e abraços, minhas mãos correram por entre suas pernas, e ela entre assustada e deliciada, tratou de parar para olhar em volta se haveria alguém por perto, e diante da negativa iniciou um movimento de abertura delicado até que eu sentisse sua calcinha umedecida de tesão. Que delícia. E mesmo sem beijar, continuei conversando e procurando trazer aquelas rendas para a lateral, e tentar acesso à sua bucetinha quente e úmida de tanto tesão.

Mantive esta posição estratégica, apenas retirando os dedos para sorver aquele suco delicioso de vez em quando, deixando-a vermelha a cada chupada que eu dava neles após a retirada. Pouco mais de 8 horas, o mecânico chegou e acertamos valores e prazo de retirada, disse que precisaria deixar o carro e voltaria antes das 14 horas quando ele fecharia o local, já que era um sábado, entrei no carro dela e partimos procurando um motel, que por sinal nem estava longe já que não tínhamos ido muito longe da estrada.

Logo após entrarmos, nos entregamos de corpo e alma, mais corpo que alma, afinal estávamos bolinando um ao outro por bastante tempo e ansiávamos por sexo. E como brincamos gostoso, ela fazia tudo muito gostoso, me engolia com classe e gosto, e não cansava de dizer que estava há algum tempo sem foder como uma mulher merece. Trouxe tudo que tinha guardado dentro de si pra fora, muito gozo e tesão. Fizemos tudo o que nos era permitido nas 4 horas que tínhamos disponíveis, exceto anal que ela não topava. E como era delicioso fazer 69 com ela, segurava meu membro com força, chupava vigorosamente, e reservou o leitinho todo para soltar dentro dela.

Magrinha, movimentava-se com facilidade extrema, subia e descia num cavalgar rápido e profundo, gemia muito no começo e não se conteve em gritar mais ainda quando gozava. E como gozava. Antes do banho virei ela de costas para baixo, e avancei num banho de língua em sua bucetinha que estava muito melada, do jeito que eu gosto.

Tomamos um banho gostoso para relaxar, antes de sairmos, e ela voltar pros braços de seu marido, enquanto eu, tinha ainda 600 km de viagem pela frente. Antes de buscar meu carro no mecânico, agendamos um novo encontro e desta vez em São Paulo, já que ela teria que viajar para fazer um curso, de mentirinha, para o banco em que trabalhava. Mas, isso é outra história…

Um ano de espera…

Sophia é o nome dela (fictício), na época com 44 anos, uma mulher misteriosa, casada, bonita, morena mignon, e com quem eu gostava de conversar durante as noites na web, mas, nem sempre foi assim.

Demoramos um ano para melhorar nossa conversa, se apresentou como casada como de fato era, apaixonada por seu amor que estava viajando muito, um advogado, e que não tinha olhos para outros homens, apenas gostava de conversar para passar o tempo.

Aos poucos nossas conversas começaram a demorar mais de dois minutos, e ela foi aprendendo que eu também gostava de conversar, não era mal educado, e que não ficava com conversas bobas, e foi cedendo mais minutos aos poucos… um minuto por semana, quase, rs

Com quase um ano de “amizade” e conversas quase diárias, a peguei numa noite boa, ou que não estava tão ocupada com seu marido, pensei, porque conseguiu me dar mais atenção e quando percebi já tínhamos mais de meia hora de conversa, e resolvi comentar em tom de brincadeira esta minha conquista. Ela gargalhou. Depois deste dia nossas conversas foram mais longas, e mais quentes.

Menos de uma semana depois, me disse que queria ouvir minha voz, e perguntou se eu poderia atender sua ligação, ao que consenti. Uma voz bem feminina, sensual, equilibrava bem com a imagem que eu tinha na foto de perfil do messenger… gostei. Ficamos na ligação por mais de uma hora, e consegui descobrir mais sobre ela. Seu amor, na realidade era um namorado com quem conversou demais, e que por perder muito tempo, viu ele sair do país para morar nos EUA, e que não tinha previsão de volta.

Questionei então que eu estava entendendo tudo errado, pois, imaginei que sua paixão era por seu marido, e ela negou. Um homem simples e que a ajudara muito no passado, acabou indo morar com ela em sua casa, mas que ela não o amava. O namorado sim, se é que se pode chamar assim, após quase dois anos de conversa ganhou seu coração e conseguiu finalmente levá-la para a primeira aventura com outro homem, mas no final, confessou-lhe que iria se mudar e sem data prevista para volta. Foi se despedir dele dias depois e ficava desde então novamente somente conversando na web.

Neste momento consegui entender, e me aproximar. Num de seus dias tristes comentei que parecia estar carente, ao que ela confessou e disse que se não morasse tão longe, aceitaria meu ombro. Arrepios à parte, ofereci, comentando que poderia vê-la nos próximos dias porque teria que ir fazer um trabalho externo, e ela sugeriu de nos encontrarmos na metade do caminho. Apenas para conversar e tomarmos um café.

Marcado o dia, definiu que deveria ser pela manhã e próximo a uma estação de metrô, já que seu marido saia bem cedo de casa, e ela precisaria estar de volta antes das 16hs., e assim ficou marcado. Como o horário marcado era 9hs, imaginei levar um sal de frutas, já que teria mais de seis horas para ficar tomando café, a menos que o paladar sugerisse outra opção.

Chegado o dia, peguei-a numa rua lateral, e como não era uma região que eu conhecesse, indaguei onde haveria uma cafeteria para que pudéssemos conversar, ao que ela sugeriu outro local após me dar um beijo no rosto bem demorado e outro nos lábios, um motel a cerca de cinco minutos de lá. Sorri, e me aproximei novamente confirmando que iria e ganhei um beijo mais gostoso, porém, rápido, seguido de uma instrução para sairmos de lá por ser um local público. Assim fizemos.

No trajeto, comecei a observar e comentar sobre seu corpo, bonito, não era magra e tão pouco gorda, bem cuidada pela idade que não aparentava, e bem vestida com saia lisa com uma abertura insinuante quando sentada, além, de blusa que valorizava os seios que não eram pequenos.

Chegamos ao motel, entramos, e ao parar no box abri a porta e pedi que esperasse o portão fechar no automático, mas fui saindo do carro para abrir a outra porta. Ao fazer isso, recebi um grande elogio, já que não estava acostumada com esta atitude. Acionei o alarme do carro para fechá-lo ao nos deslocarmos pro quarto, tranquei a porta em seguida, me virei e lá estava ela, uma coroa deliciosa em pé e aguardando algo. Sugeri que ela escolhesse entre o café ou capuccino com pão de queijo, e ela me confidenciou que desde o momento em que entrou no carro e reparou em mim, estava desejando meu leite. Pedi que fizesse o necessário para retirá-lo, e me fornecesse a xícara própria para tal, ela sorriu, me abraçou, e nos beijamos longamente.

Comecei a perder o controle sobre minhas mãos, não mais respondiam aos meus comandos, tinham vida própria, e procuravam algo em todos os lugares possíveis daquele corpo. Meus dedos primeiro trataram de abrir e remover sua blusa vermelha, e em seguida de abrir e deixar cair sua saia preta, deixando à vista seu belo corpo. Fiz menção de pegar suas roupas caídas no chão, e ela pediu para não me mexer, descendo devagar até suas mãos alcançarem as peças caídas, colocá-las na mesinha ao lado, e ao se levantar me puxou para perto de seu corpo que procurava a lateral da cama onde iria se sentar em seguida.

De lá, começou a abrir minha camisa, ergueu os braços para retirá-la e em seguida fez a mesma descansar sobre suas roupas, e já se atinha na árdua tarefa de abrir meu cinto, e zíper da calça que neste momento começava a incomodar. Ao terminar estes movimentos, foi descendo a calça, retirou meu sapato e meias, colocou tudo ao lado, e acariciou meu membro roçando suas mãos por sobre a cueca.

Eu já estava começando a suar frio, quando ela fez menção de deitar, mas resolveu mudar de opinião e atitudes, puxando de lado o tecido que escondia o que ela desejava, e em seguida, começou a passar brilhantemente sua língua sobre a cabeça babada, mamando com vontade e conhecimento de causa. Maravilhoso este início.

Após alguns minutos, puxei seu rosto para cima, ela se levantou, e em seguida me deu outro longo beijo, meus dedos e mãos iniciaram a navegação pelo seu corpinho pequeno e gostoso, e já começava a abrir sua lingerie vermelha, um corpete convidativo e tanguinha minuscula. Me virei em direção à cama, e a conduzi já nua até nosso leito de descobertas, e meus dedos começaram a sentir um calor úmido vindo entre as pernas dela. Ela pediu desculpa pela situação, mas, como fazia muito tempo que não transava gostoso, não estava conseguindo controlar seu gozo que acontecera discretamente enquanto me chupava. Perdoei, sorri, e a coloquei de costas para sorver todo aquele mel que foi-me oferecido. Minutos depois de iniciar o passeio de minha boca e língua por aquela grutinha, percebi ao menos três gozos e estes sim, bem mais audíveis, com direito a muitos gemidos e gritinhos e que modéstia à parte, eu amei ouvir.

Ela procurou pelas camisinhas na lateral da cama, e sugeriu que eu a colocasse por não estar mais aguentando aquela espera. Atendi, vesti a roupinha nele, e fui colocado de costas na cama de modo que ela sentiu-se à vontade para poder cavalgar. E como cavalgou. Cavalgou, gozou muito, ficando às vezes de joelho e em outras agachada sobre ele.

Após vários momentos, me confidenciou estar achando estranho eu não gozar, e confirmei pra ela que gostava de segurar o quanto podia para poder dar muito tesão à companheira, e ela amou ouvir isso, pois, estava acostumada a transas curtas com seu marido e pediu para que eu pudesse esperar mais um pouco e que com certeza seria recompensado. E fui.

Depois de tantas cavalgadas, ajeitou-se e ficou de quatro pedindo para que eu a penetrasse assim, mas, puxando levemente seus cabelos, o que eu atendi. Gozou bem gostoso mais duas vezes, e sua bucetinha, já não sabia mais por onde escorrer seu mel, e entre gemidos perguntou se eu ainda tinha fôlego para aguentar, e ao ouvir meu sim, me brindou com o melhor dos prêmios, pedindo para eu parar de penetrar e colocando sua mão direita pra trás, encaminhou meu pau direto à sua grutinha mais reservada, pedindo para foder seu cuzinho devagarinho.

Nesta altura do trabalho, não precisei muito tempo para gozar, o tempo gasto até então tinha sido longo, mais de uma hora entre as brincadeiras e com um desfecho maravilhoso e até certo ponto inesperado. Gozei com gosto e tesão naquele rabinho apertado. Ela gritava de tesão junto comigo, e se permitiu cair extasiada de bruços na cama.

Descansamos um pouco, e fomos tomar um banho, e por lá recomeçamos as brincadeiras enquanto nos ensaboávamos, com carícias provocantes, até que ela resolveu me abocanhar e deu uma boa mamada.  Em seguida deu uma pausa, e pediu para que eu sentasse na banheira que já começava a ficar mais cheia, e após seguir suas ordens desceu sua bucetinha até encostar no meu membro novamente duro e com muito tesão, e resolveu me provocar um pouco e, lógico, provocar a ela também. Quando ela não estava mais aguentando, levantou-se e voltou ao quarto buscar outro preservativo para tornarmos a brincar em sua grutinha, o que ela fez novamente muito bem mas, sempre com muito cuidado já que não poderia correr o risco de uma gravidez, não teria como explicar ao seu marido algo que ele não podia fazer. Após seu segundo gozo, pedi para gozar em seu rabinho, e ela concordou de pronto, levantando-se e colocando-se de quatro para me receber porr trás. Gozei com gosto.

Após estas brincadeiras, como já estávamos avançando no horário, resolvemos levantar, recompormos, e se trocar para deixá-la no trajeto de sua casa antes que o corninho chegasse.

Marcamos outras saídas, mas isso, é outra história.

 

Enquanto ele descansa.

Sim, toda pessoa merece descansar depois de uma noite de trabalho, principalmente se este trabalho for em turnos pesados. Por este motivo, creio, Clélia que tinha 35 anos na época e com sua morenice clara, não incomodava o sono do marido após ele chegar em casa pela manhã, muito pelo contrário, certificava-se que os filhos saiam para a escola e partia da região do ABC em São Paulo de trem rumo a estação da Luz com a finalidade de fazer suas compras na 25 de março. Comprava algo rápido, muito rápido, e seguia afoita para outro ponto da cidade se encontrar comigo para seu primeiro encontro após mais de 10 anos de casamento tranquilo segundo ela, sem falta de nada no que se referisse a passeios, sexo, loucuras entre ambos.

Após alguns meses de conversas, ela resolveu experimentar uma aventura apenas para brincar mesmo, saber qual seria o gosto de outro homem já que somente teve seu marido desde que o conheceu como namorado. De tanto ouvir histórias de suas amigas, e sempre dar muita risada e participar de zoação com elas, garantia que não era esta a sua praia, e que estava bem somente tendo experimentado seu homem. Bem, era o que dizia.

Hora marcada, ela sai da estação e eu a aguardo no carro, me liga e eu me aproximo dirigindo, abro a porta e ela adentra. Nada de muita bandeira, apenas um cumprimento simples, engato a marcha e saio do local. No primeiro semáforo um beijo leve, um roçar de mãos, e leves toques em sua coxa, e a conversa começa a ficar mais animada.

Cinco minutos se passam e peço que ela vá pegando seus documentos ao pararmos na frente do motel. Tudo resolvido, sigo até minha vaga e pressiono o botão de fechamento do portão, saímos do carro e após trancar vou em sua direção, roubo-lhe um beijo e começamos a subir as escadas. Poucos degraus adiante, ela começa a sorrir ao olhar para trás, e num sorriso safado me pergunta porque eu estava enfiando minhas mãos entre suas pernas. Apenas pedi que continuasse a subir, e saberia em seguida.

De fato, ao trancar a porta, ela não hesitou em vir cobrar explicações ajoelhando-se e tratando de abrir meu zíper da calça e soltar o cinto como se procurasse loucamente algo na rua e que sempre disse não sentir falta em casa. Cinco, talvez 10 segundos depois, era minha cueca que roçava meu membro, sendo esfregado com força e com alguns dedinhos puxando-a para o lado, e já podia sentir sua língua gulosa procurando o mel que ela de fato queria, mas não assumia. A fome era muita.

Lambidas vem, chupadelas vão, e ela já se ajeitava para deixar cair sua blusa que eu soltara enquanto ela estava ajoelhada. Mais alguns segundos, e era seu sutiã que pulava e deixava à mostra o volume que eu desejei primeiro por fotos, e depois pela webcam, após eu conseguir abrir sua camisa nos primeiros botões superiores.

Pedi para que ela desse um tempo na mamada, e terminasse de retirar minha roupa para que eu me deitasse na cama, e ela consentiu. Me ajudou a retirar as peças, fui colocando sobre uma das cadeiras do quarto, retirei o sapato e meias, e me deitei de costas. Ajudei-a a retirar sua calça e sandália, camisa e sutiã, e colocou sobre a outra cadeira. Sua calcinha não me deixou retirar porque disse que queria conversar antes. Que seja assim.

Começamos a conversar, e ela tentava me convencer de que queria apenas carinhos, e nada de penetração. Comecei a sondar sobre o que a movera a ir me encontrar, e me disse ser apenas a curiosidade, mas, que por ter me achado mais bonito que na webcam, começou a fantasiar, e logo após minha atitude na escada, ai sim ela se soltou um pouco mais. Pedi um beijo, e com o consentimento a puxei para meu peito, e após encostar comecei a acariciar seus seios, barriga, e não demorei a procurar sua virilha que foi se abrindo como que curiosa por receber meus dedos, ou até algo mais. Embora tenha colocado a mão por cima da minha para segurá-la, não demonstrou muita vontade de repreender a atitude de meus dedos em procurar seu clitóris, e sua xaninha quase toda depilada, bem babadinha nesta altura, e os seus gemidos começaram a ser ouvidos.

Não demorou para implorar que eu retirasse sua calcinha, mas eu recusei. Avisei-a que voltaria pra casa com ela bem meladinha, e com cheiro de meu leitinho. Estiquei o braço esquerdo, peguei um preservativo, e ela pediu para colocar, mas não antes de abocanhar meu membro, e se deliciar muito com lambidas e chupadas que haviam sido interrompidas logo após nossa entrada no quarto.

Após se satisfazer, rasgou a embalagem e começou a colocar o preservativos com a boca, reservando apenas os ajustes para fazer com os dedos, e veio por cima do meu corpo cavalgar, e demonstrou ser uma boa amazona pela agilidade. Fizemos todas as posições possíveis com exceção do anal, já que ela havia dito não poder fazer por uma cirurgia recente próxima da barriga, mas que disse querer experimentar assim que possível já que havia gostado muito do modo como fizemos sexo naquelas horas, bem como, realizar um fetiche de transar levando tapinhas, o que nunca pode fazer em casa por causa dos filhos, e pelo marido dizer que não faria por ela não ser uma puta.

Após nosso segundo banho, resolvemos nos arrumar e deixá-la numa estação para seguir para o colo de seu marido, e com a calcinha marcada, que jurou levar para o box e lavar antes de qualquer outra coisa ao chegar em casa para evitar problemas.

Após nossa despedida, recebo uma mensagem agradecendo pelas horas em que estivemos juntos, e aproveitou para dizer que nunca havia se sentido tão bem por se imaginar puta. Quer mais vezes…

Isso será uma outra história.

 

Após uma prova esportiva

Após uma série de bate-papos na web, havíamos concordado em nos encontrar num sábado numa cidade pequena do interior. Eu, estaria nesta cidade com amigos, pois, tínhamos uma prova de enduro a pé a ser realizada na noite de sábado para domingo, a primeira deste tipo em nosso campeonato.

Eu e Kelly (o nome que darei para ela), já estávamos há uns 15 dias conversando. Ela era casada com um homem bem mais velho, que bebia demais, não lhe dava muita atenção. Resolveu comentar com seu enteado, filho do marido, que estava curiosa com aquela tal de internet, e o rapaz fez uma conta num site de relacionamentos para ela. Ela achou o máximo, ter como se esconder atrás de um monitor para conversar com pessoas desconhecidas, se abrir, buscar novos conhecimentos, opiniões, sem precisar se expor. Mal sabia o enteado, ter sido ele o quase cupido da relação.

E foi durante uma destas conversas que eu entrei em seu caminho. Após várias conversas, ela se interessou em conhecer pessoalmente a pessoa que lhe dava tanta atenção, atenção esta que não recebia do marido… apenas maus tratos, truculência e cheiro de bebidas. Muita negociação sobre como e onde isso deveria ocorrer, e finalizamos por marcar num bom hotel na cidade em que ocorreria a prova que eu participaria.

Apesar dela não gostar muito da ideia, minha previsão de chegada era para algo em torno de meia noite, e a dela para 20hs, apesar de viajar quase 400km em 5hs pelas não tão boas estradas da região. E assim ocorreu.

Fui encontrar com minha equipe no começo da noite, e em torno de 20hs estávamos largando para execução da prova noturna. Ao final, e com sucesso, pedi a amigo que já sabia de minha árdua tarefa, que me deixasse no hotel que combinei com Kelly.

Ao chegar, parecia um maltrapilho, sujo, enlameado, suado… me apresentei ao recepcionista e por estar com identificação do evento, entendeu e me disse que minha namorada já estava acomodada e que poderia subir para o quarto. Assim o fiz.

Subi as escadas até o primeiro andar, procurei o quarto, bati à porta, e a morena estava lá dentro, toda arrumada para sair, linda, perfumada e limpinha… não foi o bastante para que ela não investisse para cima de minha pessoa, em condições totalmente opostas à dela. Após um longo beijo, percebi que para passar o tempo ela havia tomado algumas bebidas, estava bem soltinha. Coloquei minha maleta com roupas em cima de uma cadeira, ela me disse que queria descer para comer algo, pois, não havia jantado ainda, e pedi que ela apenas aguardasse que eu iria tomar um banho para me liberar do mal estar causado por minha sujeira.

Após entrar no banheiro, me olhar no espelho e desfazer-me das roupas lembrei daquela história de que “a primeira impressão é a que vale”… não comecei bem, realmente.

Banho tomado, peguei uma das toalhas limpas que estava no banheiro, me sequei e lembrei-me que não havia pego a roupa que estava dentro de minha maleta, a mesma que deixei na cadeira dentro do quarto. Enrolei-me na toalha, abri a porta e deparei-me com a morena deitada na cama, toda limpinha e perfumada, e que ao ver-me somente de toalha indagou o motivo de estar saindo apenas de toalha. Expliquei que tinha esquecido de pegar uma troca de roupas para me trocar… não foi uma resposta eficaz!

Ela resolveu me ajudar, levantou-se, me abraçou, beijou-me. Neste instante resolvi esquecer da fome de comida, e tentar descobrir se ela estaria querendo matar a fome de colinho. E assim foi feito.

Beijos, abraços, toques, senti sua mão invadir a fresta existente na toalha enrolada, como se estivesse procurando algo. Assim que ela encontrou meu membro que já estava começando a se refrescar do momento pós banho, senti a sua respiração ofegante ao perceber que havia encontrado algo pronto para brincar e por ter seus seios invadidos por minhas mãos e dedos, que se contorciam para encontrar espaço dentro de sua blusa.

Ela puxou-me para a cama, pedindo para sentir meus beijos enquanto estivesse deitadinha, e eu não ofereci resistência, muito pelo contrário. Arrumei os travesseiros na cabeceira da cama e abri os braços para que ela pudesse deitar em meu peito. Ao senti-la deitada nesta posição, comecei a beijá-la, e novamente minhas mãos começaram a procurar algo por baixo de sua blusa, e desta vez nem era somente seus grandes seios, mas principalmente, o feche de seu sutiã. Apesar de não ter dificuldades nesta tarefa, ela sussurrou que iria me ajudar já que seu sutiã abria na frente, um modelo diferente, ao invés daquele mais usual que trava por trás.

Solta as amarras, percebi que algo grande me aguardava, grandes seios e igualmente grandes  bicos. Ela me confidenciou nunca ter sido abraçada por uma lula, tamanha a facilidade de tocar todo seu grande corpo em quase todos os cantos, frestas, e posições. Respiração em alta, perguntei se ela não preferiria retirar a blusa para tentar parar o suor de ambos que aumentava numa velocidade bruta.

Ela sorriu, me chamou de safado, mas não colocou empecilhos. Sentou-se na cama, liberando-se de meus braços, e puxou sua blusa para cima da cabeça. Ao ver seus grandes seios, bicudos como se estivessem pedindo beijos, não resisti e avancei com a boca, dando lambidinhas, beijos, mamando gostoso. Ela jogou a blusa no chão e aumentou os sussurros que já emitia. Fêmea domada, joguei seu corpo novamente em meu peito e continuei avançando naqueles seios ávidos de tesão, e qual não foi minha surpresa quando ela me pediu para que eu mordesse seus biquinhos… a tarefa dada, foi executada. Neste momento imaginei que se alguém estivesse passando no corredor do hotel, poderia pensar que eu a estivesse violentando, tamanho foram seus gritos e gemidos produzidos. Uma parte deles se explicava porque nem tudo era gerado nos seios, mas também, pela minha mão direita que havia penetrado num espaço de sua calça de malha, e encontrado sua bucetinha ensopada, como se estivesse pedindo para que eu mamasse todo aquele caldinho produzido no tesão da batalha.

Comecei a massagear seu clitóris, e ela mais doida a cada segundo, não parava de gemer e dar gritinhos, quando tirou meu pênis para fora da toalha, se abaixou e começou a sugá-lo, sim, sugá-lo com muita força. Parou por uns segundos e me perguntou se eu gostava de fazer um 69, e com a minha aceitação, terminou de arrancar a toalha como uma vadia que todo homem gosta de ter, ajudei-a a arrancar sua calça e tanguinha, arrumei o travesseiro e me reservei o direito de aceitar aquele corpão por cima de mim.

Molhada não, ensopada, era assim que estava sua bucetinha, cheia de tesão, e não precisou de muito esforço meu, em lamber todo aquele caldinho maravilhoso, para que ela começasse a urrar. Ela não conseguia mais gritar, apenas urrar e gemer. Nunca vi tamanha fome em querer colocar meu pau inteiro em sua boca. Ficamos por um bom tempo assim, nos chupando até que ela me pediu encarecidamente para pegá-la de quatro, pois, não conseguia mais gozar de tão gostoso que eu a estava chupando. E assim foi feito.

Coloquei-a de quatro na cama, e ela empinou sua bunda bem gostoso, e que bunda grande e gostosa. E poucas mulheres até hoje, me pediram para sentir  tapas e puxões de cabelo como ela. E quanto mais dava tapinhas no seu bumbum, mais ela pedia, e que fossem mais fortes, e a mesma força valia para seus cabelos, a ponto de sua cabeça arquear para trás. Me sentia um cavaleiro montando uma bela potranca, que quanto mais cavalgava, mais queria passear por todos os lados daquela excelente cama. Era algo de deixar alucinado qualquer homem que gosta de ter uma mulher bem quente na cama.

E foi assim durante toda a noite, não fomos jantar, e apenas tomar um bom café da manhã lá pelas 9hs, um tanto quanto exaustos.

Logo após o café, retomamos nossas brincadeiras, até quase o meio-dia, quando tínhamos que sair do hotel, comer rápido em algum restaurante, e irmos embora. E assim foi feito. Ela voltou para a cidade dela, para perto de seu marido, enquanto eu, viajava para minha cidade, e descansar um pouco naquela tarde de domingo de sol.

Logo após, surgiram inúmeros encontros, mas isso, é outra história.

:)